A final do Campeonato Carioca de 2001 entre Flamengo e Vasco foi histórica e até hoje gera emoção na torcida rubro-negra. Na ocasião, Petkovic fez o gol do título nos minutos finais do segundo jogo da decisão e é o herói da conquista. No ‘Arena SBT’ desta segunda-feira (1), Edilson Capetinha surpreendeu e revelou que carrega mágoas sobre esse clássico histórico.
“O cara faz dois gols no jogo e sofre a falta para o homem bater. Bater um pênalti em final de campeonato não é fácil. Às vezes eu fico com um pouco de mágoa com a torcida do Flamengo, porque só lembram do Pet. O último gol é o que as pessoas lembram. Assumi a responsabilidade, depois eu fiz o segundo gol, com passe dele. Quem sofre a falta e faz dois gols, merece ser o dono do jogo”, revelou.
O Flamengo precisava de uma virada histórica para ser campeão. O Rubro-Negro chegou no jogo de volta, o decisivo, necessitando vencer por dois gols de diferença. O resultado final foi de 3 a 1, com dois gols de Edilson e um de Pet, o do título, em falta sofrida por ‘Capetinha’ que culminou com a bola na rede.
Edilson Capetinha teve passagens por gigantes do Brasil, como o Corinthians, Palmeiras, Flamengo, Vasco da Gama e Cruzeiro, além do Benfica em Portugal. Ele tem uma carreira repleta de títulos e algumas polêmicas, sendo um personagem único na história do futebol brasileiro. A maior conquista da carreira do ex-jogador foi estar entre os campeões da Copa do Mundo de 2002, com Felipão no comando técnico da seleção brasileira.
Ele ainda opinou sobre Corinthians x Flamengo, pela Copa Libertadores da América: “Agora, o Corinthians está jogando em casa, com a torcida. É um jogo que é complicado de dizer quem vai ganhar. O Corinthians, por jogar em casa, tem uma leve vantagem para o jogo de amanhã”, disse o ex-jogador, que teve a opinião na mesma linha de Emerson Sheik:
“O Gabriel falou que lá é inferno e aqui é guerra. São duas grandes equipes, a principal diferença é que o Duílio pegou um Corinthians quebrado e conseguiu ressurgir. O Flamengo já vem de um esqueleto de 2019 e agora, com o Dorival, volta a jogar bem. Agora, é contra o Corinthians, que é grande. Jogando lá, é guerra”, comentou o ex-Corinthians e Flamengo.

