Copa do Mundo 22: Globo “economiza” e adota postura diferente no Catar em relação à Rússia
Emissora carioca reconhece preços mais altos no país árabe e fará cobertura maior à distância
Divulgação
A Globo vai economizar na cobertura da Copa do Mundo do Catar, que será disputada entre os dias 21 de novembro de 18 de dezembro deste ano. Isso porque a emissora carioca reconheceu que os preços praticados no país árabe são diferentes de todos os outros praticados nos últimos tempos.
Segundo publicação do jornalista Flávio Ricco, em sua coluna no R7, a Globo adotou uma postura diferente da que teve na Rússia, por exemplo, e não terá um estúdio próprio no local central da disputa da Copa do Mundo. Com isso, a diretoria de esportes da emissora sequer tem se preocupado em fazer as locações para esta finalidade.
Globo levará menos profissionais para o Catar
A TV Globo determinou o número de profissionais que enviará ao Catar para cobrir a Copa do Mundo deste ano, no Catar. Ao todo, serão 80 pessoas, incluindo todas as áreas, tanto da TV aberta, quando do SporTV e do site Globoesporte.com.
Isso corresponde a uma diminuição de mais da metade dos funcionários que foram para a Rússia na cobertura da Copa do Mundo de 2018.
Segundo o jornalista Flávio Ricco, colunista do R7, para a Rússia, em 2018, foram 197 pessoas a trabalho pelo Grupo Globo. A razão para a diminuição do número de funcionários envolvidos na cobertura da Copa do Mundo é o custo dos profissionais individuais no Oriente Médio. Por esta razão, a emissora carioca realizará várias atividades sobre o Mundial no Brasil.
Entre os profissionais que ficam à frente das câmeras, a Globo mantém incógnita. Se sabem até agora quatro narradores que estarão no Catar: Galvão Bueno e Luís Roberto, pela TV aberta, Luiz Carlos Júnior e Milton Leite, pelo SporTV. Entre os repórteres, Eric Faria e Guilherme Pereira também devem ir ao Mundial, segundo Flávio Ricco.

