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Presidente do Atlético-MG indica rival de estreia da Arena MRV

Com capacidade para 46 mil pessoas, novo estádio do Atlético será inaugurado no início de 2023

Eder Bahúte
Eder Bahúte integra o time do Torcedores.com desde 2016. Na cobertura esportiva, atua como redator e tem como foco principal o futebol brasileiro, internacional e mídia esportiva. Diplomado pela Universidade Paulista, o profissional acumula experiência em radiojornalismo e mídia impressa, além de participação em eventos da Copa do Mundo e Paulistão.

O Atlético espera uma virada de página importante em sua história no próximo ano. A tão esperada Arena MRV promete mudar o patamar do clube em todas as esferas. Além do acréscimo de novas receitas, a direção acredita em resultados técnicos dentro de um estádio que será um caldeirão para os rivais.

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Com mais de 75% das obras já concluídas, a previsão é que a ‘estreia’ de toda esta estutura possa ser utilizada em 25 de março de 2023, dia do aniversário do Atlético. Fica a dúvida sobre qual será o adversário. Inicialmente, muito se falou em um gigante europeu, mas a questão do calendário seria um empecilho.

À Rádio Itatiaia, o presidente do Galo, Sérgio Coelho afirmou que este rival deverá ser aqui do continente sul-americano. “Sérá um adversário internacional. É um time de fora, provavelmente sul-americano”, disse Coelho.

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Considerado um dos “mecenas” do Atlético-MG, Rubens Menin, presidente do conselho da MRV, é um dos entusiastas da Arena. Ele prevê uma nova era para o clube do ponto de vista financeiro.

“O impacto quando ele estiver pronto será grande. Hoje, quando o Atlético joga no Mineirão ele recebe, em um jogo com renda de R$ 1 milhão, R$ 350 mil. Os R$ 650 mil são para pagar despesas [pelo uso do estádio]. Na arena, a bilheteria vai ser 100% do Atlético. Por quê? Porque o clube vai conseguir pagar a manutenção do campo com as receitas”, disse à ESPN.

SAF do Atlético

Sérgio Coelho declarou que o Atlético espera negociar no máximo 51% das ações da SAF. Ele preferiu não revelar o nome das empresas, mas admitiu que há interessados.

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“Eu acredito que seria o máximo de 51%, mas o ideal é se a gente vendesse um percentual menor para que a gente pudesse ficar com o controle. Vai depender do comprador também. Não acredito que a gente faça negócio vendendo % acima de 51%”, disse.

“Existem cartas de intenção que são totalmente confidenciais. A gente passa a trocar documentos, passa a fornecer para as empresas interessadas informações, para os possíveis compradores e interessados. Já existem algumas empresas, sim”, concluiu.

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