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Brasileirão Série B: Globo pode perder direitos para empresa rival em 2023

Emissora terá que lidar com concorrência em disputa pelo campeonato nacional da próxima temporada

Por Bruno Romão em 13/10/2022 09:02 - Atualizado há 3 anos

Andre Borges/CBF

Dona dos direitos de transmissão do Brasileirão Série B até 2022, a Globo não estará sozinha na briga para exibir o campeonato no próximo ano. Segundo o colunista Flavio Ricco, do portal R7, o Grupo Disney se encontra interessado em dar um “chapéu” na empresa concorrente e vencer a licitação envolvendo a competição nacional, cenário que vai reservar uma grande disputa entre os veículos.

Para 2023, a ESPN tem interesse nos direitos da TV fechada da Série B, atualmente com cobertura do SporTV e uma das principais atrações do canal por assinatura. Apesar da intenção do Grupo Disney, fontes consultadas afirmam que a Globo segue com favoritismo para manter os direitos, mas pode acabar pagando menos que os R$ 200 milhões do atual contrato.

Enquanto isso, os direitos envolvendo a TV aberta seguem indefinidos. Diferentemente de atual temporada, existe a possibilidade de Grêmio, Vasco e Bahia, assim como o Cruzeiro, garantirem vaga na elite nacional, algo que iria deixar a Série B menos atrativa em 2023. Diante disso, a resolução do caso só será conhecida nos próximos meses.

Globo venceu disputa envolvendo a Copa do Brasil

Recentemente, a emissora, ameaçada pelo SBT, confirmou que seguirá exibindo a Copa do Brasil entre 2023 e 2026. Sendo assim, a intenção da empresa é manter o produto valorizado, tendo em vista a importância do torneio que premia o vencedor com R$ 60 milhões. Neste ano, Corinthians e Flamengo disputam o título, final que está indefinida após o primeiro jogo terminar em 0 a 0.

Estamos felizes em anunciar a renovação da longa parceria de sucesso da Copa do Brasil com o Grupo Globo. A experiência de uma das empresas de mídia mais inovadoras do mundo coloca a competição mais democrática do Brasil em contato com milhões de torcedores em diversas plataformas. O acordo nos garante também expandir os negócios nos próximos anos e aumentar as receitas dos clubes de todas as 27 federações que disputam a Copa do Brasil”, afirmou Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF.

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