Home Futebol Com Neymar em branco, PSG é detonado por imprensa francesa: “Anêmico”

Com Neymar em branco, PSG é detonado por imprensa francesa: “Anêmico”

PSG joga sem Lionel Messi e empata mais uma vez por 1 a 1 contra o Benfica pela Champions League

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

O PSG empatou com o Benfica pela segunda vez seguida na Champions League e mostrou uma leve queda de rendimento em relação aos primeiros jogos da temporada. Nesta terça-feira (11), o resultado de 1 a 1, em Paris, pela quarta rodada da fase de grupos, rendeu críticas por parte da imprensa francesa, que desaprovou a atuação da equipe comandada por Christophe Galtier.

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“A atuação ofensiva não levou muito perigo contra o time lisboeta, como se a equipe estivesse anêmica, sem fôlego e sem muitas mais ideias, contando apenas com as inspirações da dupla Neymar-Mbappé”, diz o “Le Parisien”.

Lionel Messi não jogou por conta de uma lesão. O ataque foi formado por Neymar, Kylian Mbappé e Pablo Sarabia, que não conseguiram manter o nível de outras partidas. O empate com o Benfica ainda mantém o PSG na liderança do Grupo H e com certa tranquilidade em questão de classificação, mas o sinal de alerta já começa a ser ligado no quesito desempenho.

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Depois de três empates consecutivos, o PSG volta a campo no próximo domingo (16), contra o Olympique de Marselha, novamente em casa, pelo Campeonato Francês. O clube de Paris defende a liderança da competição.

Galtier analisa atuação do PSG

“A conclusão está correta. Somos menos brilhantes. É um golpe no nível físico? Eu não penso assim. Estávamos indo mais rápido depois que a bola saiu no início da temporada, havia mais verticalidade. Hoje, adicionamos um toque extra, voltamos”, iniciou o treinador do PSG.

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Esta é uma importante linha de trabalho. Isso leva a uma reflexão global sobre os primeiros meses, com algumas coisas interessantes e outras nem tanto. Há algum pensamento sobre trazer um ou dois jogadores mais alto para ser um pouco mais perigoso”, avaliou ele.

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