Voltou atrás! Galvão Bueno renova com a Globo até 2024
Galvão Bueno renova com emissora carioca e terá liberdade no streaming; saiba mais
Reprodução/SporTV
Uma “bomba” sacudiu as primeiras horas da manhã, desta quarta-feira, 19 de outubro: Galvão Bueno renova contrato com a Globo até 2024. As informações são do Notícias da TV.
Ainda de acordo com o portal especializado, o novo contrato é confirmado pelo staff do veterano de 72 anos.
Desse modo, a aposentadoria de Galvão fica adiada até, pelo menos, 2024.
O Torcedores entrou em contato com a assessoria da Rede Globo para confirmar a informação. Se obtivermos resposta, essa nota será atualizada.
Liberdade no streaming
O novo compromisso de Galvão Bueno e a Globo prevê que o profissional está livre para atuar em qualquer projeto em plataforma de streaming, não só no Globoplay, que preparava um documentário de “despedida” para o narrador da TV aberta. O projeto conta com depoimentos da família, jogadores de futebol, jornalistas, pilotos de Fórmula 1, entre outros.
Além da liberdade no streaming, Bueno poderá emplacar um projeto por ano na Globo em TV aberta, mas nos canais por assinatura, a direção do grupo tem poder de veto.
Garoto propaganda
Com uma maior liberdade nos últimos tempos, Galvão Bueno passou a ser chamado para fazer publicidade. O seu currículo, neste quesito, já possui marcas como Seara, VISA, Pixbet e Petrobrás.
Carreira
Apesar de carioca de nascimento, a carreira jornalística de Galvão começou em São Paulo. Na década de 70, integrou o time de profissionais da Rádio Gazeta ao lado de nomes como Jota Junior. Dalí para a TV, do mesmo grupo, foi um pulo participando do icônico Mesa Redonda com Peirão de Castro, José Italiano, Roberto Petri e Dalmo Pessoa.
Na década de 80, foi para a Band narrar as corridas de Fórmula 1. Já em 81, trocou a emissora do Morumbi pela Globo, ainda como narrador número 2. Com a saída de Luciano do Valle para a Band, após a Copa do Mundo de 1982, Carlos Eduardo Galvão Bueno, ganhou mais destaque na narração no canal da família Marinho. Mas ainda assim, dividindo as atenções com Osmar Santos que vinha da Rádio Globo.
Só em 1987, ele se tornou a voz principal do esporte na emissora. Em 1992, houve uma saída de dez meses para a extinta Rede OM (1982-1993), após ser convidado para ser diretor de Esportes. Naquele ano, foi o responsável por mudar a Libertadores de patamar na TV brasileira, com a exibição do primeiro título de Libertadores do São Paulo.
Por conflitos com a Rede OM, sediada no Paraná, retornou à Globo no início de 1993. Fez as Copas de 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018. Foi a voz do tetra e do pentacampeonato da Seleção Brasileira. Esteve também nos Jogos Olímpicos de 1996, 2000, 2004, 2008, 2012, 2016 e 2020. Esse último disputado em 2021, por conta da pandemia.

