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Atlético-MG tem primeira saída no elenco definida para 2023

Galo até tentou, mas não conseguiu renovar o empréstimo e terá buscar repoisção

Eder Bahúte
Eder Bahúte integra o time do Torcedores.com desde 2016. Na cobertura esportiva, atua como redator e tem como foco principal o futebol brasileiro, internacional e mídia esportiva. Diplomado pela Universidade Paulista, o profissional acumula experiência em radiojornalismo e mídia impressa, além de participação em eventos da Copa do Mundo e Paulistão.

O Atlético precisará ir ao mercado repor o setor defensivo da equipe. Além de Igor Rabello lesionado e sem previsão de retorno aos gramados, o Galo ainda não terá Junior Alonso. Com o contrato de empréstimo encerrando em dezembro, ficou definido que o mesmo não será renovado.

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De acordo com Thiago Fernandes, Alonso não fará parte do elenco alvinegro na próxima temporada. A diretoria bem que tentou um acordo com o Krasnodar, mas o pedido foi recusado pelos russos.

“O Atlético tentou renovar o empréstimo, mas não houve interesse dos russos. Está encerrado e o Galo não conseguirá manter o Alonso para 2023”, relatou Thiago aos “Donos da Bola MG”.

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Atlético admite reforçar setor defensivo

Sérgio Coelho, presidente do Galo, disse recentemente que é preciso reforçar a defesa. “Eu gosto do time do Atlético, dos titulares e reservas. Temos 15 ou 16 titulares. Sempre é importante reforçar. O que a gente sente mais necessidade é de zagueiro. O Alonso saiu, o Igor está machucado e precisamos de zagueiro urgentemente”, disse.

Alonso foi vendido ao clube russo no começo deste ano, por R$ 47 milhões. Com a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, o defensor teve o contrato suspenso com o Krasnodar, sendo emprestado ao Atlético, em março, até o fim de 2022.

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No momento, e venda da SAF ainda não ocorreu, o que impede grandes investimentos em contratações. Executivo de futebol no Galo, Rodrigo Caetano abordou o tema.

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“O clube não tem dinheiro em caixa, ninguém tem. As negociações não são tão simples, você não vê tanto impacto. (…) Se entendermos que temos atletas disponíveis de bons níveis para ingressar no nosso elenco, assim o faremos. Talvez, nem sempre vamos atender esse perfil, mas se puder fazer com o menor custo e o jogador ainda jovem, aí é o ideal.”

“São raros os clubes que têm capacidade de investimento. Dois ou três. O que a gente vive não é o que a grande maioria vive. A diferença é que nós temos um elenco de muito bom nível, que ganhou cinco de nove competições em dois anos. Não temos que depreciar o que temos de bom. Certamente há outras equipes muito mais preocupadas com remontagem”, concluiu Caetano.

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