As críticas a Fifa continuam devido a entidade máxima do futebol ter escolhido o Catar como a sede para a Copa do Mundo em 2022. Recentemente, viralizou na internet vídeos do jornalista pernambucano Victor Pereira, que, ao exibir a bandeira do estado de Pernambuco, foi abordado de forma violenta por pessoas que passavam em volta e também policiais. Todos eles entenderam que se tratava de uma bandeira da causa LGBTQ+.
A situação absurda não passou em branco e a jornalista Milly Lacombe criticou a Fifa pela escolha do local para ser sede de um Mundial:
“O Qatar é indefensável e a Fifa deve ser corresponsável pelo horror.”, escreveu a jornalista, em sua coluna no site “Uol”.
O Catar, que é conhecido por ser um país que legalmente criminaliza pessoas da comunidade LGBTQ+, tem sido duramente criticado em apenas três dias de disputa da Copa do Mundo no país. O que aconteceu com o jornalista Victor Pereira apenas levanta novamente a dúvida: por quê no Catar?
“O jornalista teve a bandeira arrancada, tentou filmar, teve o celular retido e só conseguiu o aparelho de volta depois de apagar o que filmou. Um lugar ameno e agradável o Qatar. Parabéns, Fifa, por sediar uma Copa do Mundo bem no meio do inferno.”, escreveu ainda a jornalista Milly Lacombe, fazendo críticas pesadas ao envolvidos.
Polêmica das braçadeiras também gerou críticas à Copa do Mundo
Sete seleções europeias haviam decidido utilizar a braçadeira de capitão com as cores do arco-íris LGBTQ+, porém, devido às ameaças da Fifa de, além de aplicar multas, também punir com cartões amarelos os jogadores, as equipes acabaram optando por suspender a manifestação.
A primeira seleção a entrar em campo depois da medida ser suspensa foi a Inglaterra, cujo capitão, Harry Kane, foi duramente criticado, mesmo sem que a decisão tenha sido sua.

