Copa do Mundo: entenda a regra e polêmica do cordão ilegal de Kounde
Cena chamou à atenção na partida das oitavas de final da Copa do Mundo, veja
Foto: Icon Sports/Getty Images
Copa do Mundo: entenda a polêmica do cordão ilegal de Koundé. Durante o jogo entre França e Polônia que acabaria com vitória do time de Deschamps com placar de 3 a 1, um momento curioso envolvendo Kounde chamou à atenção dos telespectadores. O jogador participou da partida usando um colar que depois seria retirado, entenda mais sobre a regra e penalidades.
Colar de Kounde, entenda a regra
Quem assistiu de perto a partida conseguiu enxergar vários lances do jogador do Barcelona, onde o cordão de ouro apareceu. Porém, o árbitro do jogo, Jesús Valenzuela demorou 41 minutos para perceber que Jules Koundé contava com um acessório de ouro no pescoço, ao notar a presença, pediu que o retirasse de imediato.
Segundo a regra 4 do Regulamento do Conselho da Associação Internacional de Futebol (IFAB – pelas siglas em inglês), a presença de qualquer tipo de joias, incluindo colares, anéis, pulseiras, brincos, couro, plástico, etc., por parte dos jogadores durante os jogos, uma vez que o artigo está na lista de objetos considerados “perigosos” para a prática do futebol.
Segundo o regulamento, os jogadores devem passar por uma inspeção antes do jogo, o que não aconteceu. Em contrapartida, o árbitro deveria ter ordenado que o jogador francês do Barcelona saísse do campo para retirá-o e poderia ter sido advertido com um cartão amarelo, já que ficou 41 minutos com o objeto no pescoço.
Repercussão
A demora para notar o acessório e também a falta de advertência trouxe curiosidade entre os internautas. Porém, para Didier Deschamps, técnico da França, durante a coletiva de imprensa não houve nenhum motivo para rir sobre esta situação, e disse:
– “Eu até disse para ele: “você teve sorte que não estava na minha frente, senão..,” Jogadores não podem usar pulseira ou cordão. Eles não começam jogando com relógio ou óculos de sol também. É proibido. Eu achei que ele tinha tirado, mas aparente não foi o caso. Culpa nossa”.

