Home Mídia Esportiva e bastidores Renata Silveira revela dificuldade em jogo da Copa que substituiu Luís Roberto na Globo

Renata Silveira revela dificuldade em jogo da Copa que substituiu Luís Roberto na Globo

Em entrevista ao blog ‘Splash Vê TV’, do UOL, a narradora Renata Silveira contou como foi a experiência de narrar uma Copa do Mundo em TV aberta na Globo

Diego Lucio Castro de Oliveira
Diego Lucio é profissional da área de TI, e escreve sobre futebol e artes marciais desde 2018. Mergulhou ainda mais no mundo das lutas em 2023, e participou de duas coberturas 'in loco' do UFC 283 e do UFC São Paulo.

A Copa do Mundo 2022 foi recheada de novidades quanto à transmissão da competição em solo brasileiro. Desde o fenômeno da ‘CazéTV’ no Youtube e na Twitch, até o pioneirismo de Renata Silveira, em ser a primeira mulher a narrar a Copa em TV aberta na Globo. E foi sobre exatamente isso, que ela falou em entrevista ao blog ‘Splash Vê TV’ do UOL.

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Renata abordou diversos assuntos, desde o preconceito que sofreu em redes sociais, passando por detalhes do dia-a-dia das narrações na Copa do Mundo. Mas um episódio em específico, acabou chamando a atenção. Ainda na 1ª rodada da fase de grupos, Luís Roberto sofreu com uma sinusite, e acabou deixando de narrar alguns jogos que estava escalado. Pois foi justamente Renata Silveira que foi remanejada para comandar essas partidas na Globo.

A partida em questão foi Alemanha x Japão, e a narradora revelou qual foi a grande dificuldade nessa ‘escala surpresa’.

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“Esse jogo não era para eu fazer, era do Luís Roberto. Ele teve uma sinusite, eu tive que narrar e tive poucas horas para estudar sobre as seleções. A Alemanha eu já conhecia praticamente todos os jogadores porque eu narrei muito futebol alemão quando eu era da Fox. O Japão eu sempre tive muito medo e esse medo caiu na Copa“, contou a narradora do Globo, revelando na sequência como fez para superar essa possível adversidade.

“Eu percebi que a seleção do Japão é muito mais fácil, por exemplo, que a seleção do Irã. Eu achei a do Irã e da Arabia Saudita as mais difíceis das seleções que narrei em relação à pronúncia e identificar os jogadores. E aí na hora que a bola rola, a gente vai procurar um cabelo diferente, cor. Está tudo mundo de cabelo preto, mas tem um loiro aí já sabe que é aquele lá, e ai eu já vou nas minhas anotações. É um cara que tem uma tatuagem específica em algum lugar do corpo, é uma chuteira colorida, enfim. Primeiro tem essa diferencias físicas, que a gente tenta identificar pra ser uma coisa que vai ajudar durante a transmissão e quando é competição, FIFA é outro patamar. As imagens facilitam muito nosso trabalho”, finalizou.

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