Diretoria do Grêmio comenta excesso de estrangeiros e indica quem vai sobrar
No total, Grêmio tem seis jogadores de fora do país e só pode usar cinco atletas em cada jogo vinculado à CBF, como o Gauchão
Foto: Divulgação/Grêmio
O primeiro problema no horizonte do Grêmio para 2023 envolve o alto número de estrangeiros. Neste momento, o técnico Renato Portaluppi tem seis atletas nascidos fora do país – três deles vieram nesta janela de transferências. Somente cinco podem assinar a súmula de cada jogo vinculado à CBF, como Recopa Gaúcha e também o Gauchão.
O tema foi avaliado pelos dirigentes gremistas Antônio Brum e Paulo Caleffi, que, juntos, concederam entrevista ao jornalista Duda Garbi, no YouTube. Embora pudesse ser o menos “cotado” da lista, Campaz recebeu elogios de Brum e não deve sobrar.
“Temos o melhor treinador para resolver isso, vamos deixar com o Renato, a gente não escala o time”, iniciou Brum. “Tudo que dependia do Grêmio para a regularização deles, nós fizemos. Agora é com a CBF”, ampliou Caleffi, sobre a necessidade deles estarem no BID para poderem jogar terça contra o São Luiz, na Arena, 19h30, pela Recopa Gaúcha.
“O Campaz tem sido titular nos treinamentos, tem jogado bem. Vamos ver com o Renato”, acrescentou Brum, diretor de futebol da gestão Guerra.
Além de Campaz, estão nesta lista Suárez, Carballo e Cristaldo, que foram comprados nesta janela, além de Kannemann e Villasanti, que já estão no elenco gremista há mais tempo.
Direção do Grêmio fala novamente de Suárez
Nesta mesma entrevista, Caleffi deu novos bastidores da vinda de Suárez e revelou que ele próprio quis trocar as premiações de gols no Gauchão para quando marcar contra o Inter:
“No projeto que o clube apresentou a ele, estava indicado que o clube pagava premiações para Gauchão, para Copa do Brasil. No caso dele, para gols realizados. Ele quis deixar fora o Gauchão. Disse que fazer gol em Gauchão era obrigação. E ficou o Gre-Nal. Gol em Gre-Nal é o que vai contar neste caso. Um gol contra o São Luiz na terça ou contra o Caxias não conta”, disse Caleffi.
“Ele avançou muito em querer saber questões de elenco, em saber do quanto o Grêmio estava focado em títulos. Quis saber do Renato. Ele também é amigo do Lucas Leiva, que foi muito importante nesta tratativa do Suárez. Nos perguntou da Libertadores, mas sabendo que não estávamos na edição desse ano e já pensando em 2024. Foi ali que vimos que estávamos conversando com o cara certo”, ampliou.

