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Estrela do Real Madrid defende criação da Superliga

Toni Kroos se mostra favorável e argumenta: “A Superliga não tem planos de excluir nenhum clube”

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

A Superliga na Europa é um assunto que gera polêmica. Alguns defendem dizendo que seria um grande evento, outros argumentam que seria a “morte do futebol”. Toni Kroos, estrela do Real Madrid, se apresentou como mais um nome de peso que defende a criação da competição.

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“Eu acho que vamos ver a Superliga. Eu acredito por várias razões. A ideia do campeonato mudou e merece ser ouvida. A Superliga não tem planos de excluir nenhum clube. É uma competição esportiva, um torneio aberto gerenciado pelos clubes e não pela Uefa, porque as equipes acreditam que não precisam da Uefa para isso”, opinou o meio-campista do Real Madrid em seu podcast.

A competição teria 80 clubes de toda a Europa, com cada time disputando no mínimo 14 jogos em suas respectivas divisões. As competições nacionais não deixariam de existir e não teria times fixos de forma permanente na Superliga.

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No entanto, a Uefa é contra a criação do campeonato. Em reunião no fim do ano passado, a principal entidade da Europa reforçou sua posição contrária.

A responsável por se mobilizar pela criação da Superliga é a empresa A22. Em declaração ao jornal espanhol “El País”, Bernd Reichart, CEO da empresa, detalhou como seria a competição:

“O futebol europeu está à beira do abismo. Surgiram enormes desequilíbrios em todo o nosso continente e os tradicionais clubes europeus, com um passado glorioso, estão hoje impossibilitados de competir”, disparou ele, que prosseguiu:

“Em outubro do ano passado iniciamos um processo de diálogo com quase 50 clubes e a conclusão compartilhada por quase todos eles é que os alicerces sobre os quais o futebol europeu é construído estão seriamente ameaçados. Chegou a hora de fazer mudanças”, cravou o responsável pelo projeto da Superliga.

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