Home Extracampo Técnico do Manchester United defende Superliga: “Construir algo melhor”

Técnico do Manchester United defende Superliga: “Construir algo melhor”

Treinador de um dos maiores clubes do mundo, Erik ten Hag falou sobre a criação da liga que pode revolucionar o futebol europeu

Alan Vasconcelos
22 anos, graduando em jornalismo pela Universidade Salvador. Apaixonado por futebol desde criança, vejo o esporte como uma válvula de escape.

Depois de polêmica no ano passado, a Superliga Europeia voltou aos holofotes do futebol mundial, mas agora em um formato diferente. Com uma nova proposta, o torneio continental pretende incluir a participação de 60 a 80 clubes. Ao contrário do que havia sido divulgado na primeira proposta, a “nova superliga” não terá mais membros permanentes.

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Erik ten Hag, técnico do Manchester United, da Inglaterra, falou sobre o assunto. “Estou ciente do que está acontecendo. Se enxergar que há novas ideias, precisarei dar uma olhada e formar opinião, mas não tenho todas as informações porque estamos jogando muitos jogos no momento”, disse o holandês.

Ten Hag afirmou que a função de analisar isso é de outra pessoas do clube. “Minha atenção e energia estão concentradas em desenvolver a equipe. Outras pessoas no clube irão analisar o que pode acontecer com as novas competições europeias e irão me informar quando chegar a hora de tomar decisões. É uma decisão do Manchester United”, explicou durante uma coletiva de imprensa.

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O treinador afirmou gostar do formato atual das competições disputadas na Europa, mas disse que há espaço para melhorias. “Eu acho que a estrutura atual é boa, mas sempre haverá iniciativas para melhorá-la e melhorar o futebol. É disso que se trata a vida. As pessoas sempre querem construir algo melhor. Isso é sempre bom porque é do interesse do futebol”, analisou.

De acordo com elaborado pela, A22 Sports Management, empresa responsável pro gerir o projeto, o futebol europeu está beirando o colapso graças aos desequilíbrios financeiros que surgiram entre os clubes históricos e os novos. “Clubes europeus tradicionais com um passado glorioso, hoje são incapazes de competir”, diz o documento.