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Brasil tem concorrência para sediar Copa do Mundo Feminina de 2027

Brasil terá concorrência de peso das candidaturas europeia e norte-americana para sediar a Copa do Mundo de Futebol Feminino

Fabrício Carvalho
Jornalista formado / Rio de Janeiro. Redator de notícias, artigos e relatos sobre futebol nacional e internacional

A FIFA anunciou nesta segunda-feira (24) todos os países candidatos para receber a Copa do Mundo de Futebol Feminino em 2027. Com isso, o Brasil conheceu os seus adversários.

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O país oficializou a candidatura em uma cerimônia realizada na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) nas últimas semanas. No entanto, a candidatura tripla da Europa com os países Alemanha, Bélgica e Holanda podem complicar o objetivo do Brasil.

Além disso, a América do Norte também lançou uma candidatura em conjunto com Estados Unidos e México, países que receberão a Copa do Mundo masculina em 2026 (que também terá sedes no Canadá). Por fim, África do Sul é a última candidata oficial, sede da Copa do Mundo masculina de 2010.

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Pelo fato de receber a edição de 2023, a Oceania não pôde enviar nenhuma candidatura ao mundial feminino de 2027. Por fim, a Ásia não demonstrou interesse em receber a Copa do Mundo de Futebol Feminino e nenhum país enviou proposta.

Brasil participa da disputa mais acirrada pelo mundial feminino

A FIFA também afirmou que este processo de licitação para o mundial feminino é o mais abrangente da história da competição, comemorando o apelo global à competição.

O próximo passo é o envio do Termo de Licitação às confederações interessadas que terão até o dia 19 de maio para confirmar o envolvimento e o compromisso em receber a Copa do Mundo.

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Caso o Brasil seja escolhido como país-sede, a Seleção Brasileira de Futebol Feminino estará classificada automaticamente para a Copa do Mundo de Futebol Feminino em 2027, repetindo o ocorrido com a seleção masculina em 2014.

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