O impasse do Corinthians na efetivação de um novo treinador para substituir a vaga deixada por Cuca tem sido assunto na crônica esportiva. Incomodado com o posicionamento de Walter Casagrande acerca do declínio alvinegro por Roger Machado, o comentarista Maurício Borges, o Mano, disparou contra o ex-jogador, que utilizou o termo “terroristas psicológicos” para classificar quem foi contrário à contratação de Roger, atualmente sem clube.
“Terroristas Psicológicos”. Esse foi o termo que o Sr @wcasagrandejr usou pra qualificar quem é contra Roger Machado treinar o Corinthians! Esse Sr que se intitula um dos mentores da “Democracia Corintiana” mostra que seu senso democrático é seletivo”, iniciou Mano em post feito no Instagram.
“Sim, senso seletivo. É democrático desde que sua opinião seja compartilhada por ele!! Saco cheio dessa militância e lacração com relação a tudo e todos. Quer dizer, tudo e todos desde que não seja da turminha que eles idolatram/ apoiam etc”, complementou Mano sobre o texto publicado por Casagrande, em sua coluna no UOL Esporte.
Casão detona direção do Corinthians
No texto publicado na coluna, Casagrande trouxe uma “linha do tempo” de uma semana conturbada no Timão desde a chegada e demissão de Cuca, até a busca por um substituto, com Roger Machado sofrendo rejeição de parte da torcida e declínio da diretoria.
“Quem defende a democracia, é antirracista, contra a homofobia, cobra punição para estupradores e é famoso vira alvo preferido dessa guerrilha. O medo que eles geraram foi se espalhando por todos os segmentos da nossa sociedade. E chegou ao futebol. O caso do Corinthians com Cuca e Roger Guedes é o melhor exemplo disso”, iniciou o ex-jogador, disparando com Duilio Monteiro Alves, presidente alvinegro.
“Duílio, você mostra que não tem liderança, competência e muito menos personalidade para ser o presidente de um dos maiores clubes do Brasil. Pare de dar ouvidos aos terroristas virtuais, decida quem será o treinador do Corinthians e banque sua decisão. Coloque na cabeça que quem está contra a contratação do Roger Machado na grande maioria nem corintiano é. A oposição é uma questão político-social”, completou o ídolo do Corinthians.

