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André Azevedo aponta o que falta para o UFC ‘furar a bolha’ no Brasil novamente

Voz do UFC no Brasil, André falou sobre como lendas do esporte brasileiro atingiram outro patamar em cenário nacional

Por Diego Lucio Castro de Oliveira em 27/06/2023 14:58 - Atualizado há 3 anos

Reprodução/Instagram

O Brasil é um dos países que mais consome o produto UFC no mundo, e prova disso é os eventos que a organização faz por aqui, além da produção de novos talentos com o passar dos anos. Mas dá pra dizer que esse apelo já foi maior em solo brasileiro, principalmente na década de 2010, com nomes como Anderson Silva, José Aldo, entre outros dominando sua divisão e ‘furando a bolha’ com aparições em comerciais, programas esportivos e etc.

Com menos nomes de impacto como esses citados, o Brasil foi perdendo força esportivamente, e neste dia 27 de junho de 2023, não tem nenhum cinturão em qualquer divisão do UFC.

O que falta para o UFC ‘furar a bolha’ novamente no Brasil?

Em entrevista ao Torcedores.com, André Azevedo, voz do Ultimate no Brasil, falou sobre o assunto e citou a ‘fórmula’ para que a empresa atinja novos patamares em solo nacional. O narrador citou inclusive alguns nomes que já tem se sobressaído ou até mesmo que tenham potencial para tal.

“A forma de ‘furar essa bolha’ é que os atletas brasileiros tenham êxito esportivo, somados à carisma, e que a gente consiga criar narrativas à esses nomes. É importante nós termos ídolos carismáticos e competentes esportivamente, campeões. Nós tivemos isso há um tempo atrás com o Anderson Silva, Vitor Belfort, Junior Cigano, José Aldo. Nós tivemos resultados muito expressivos. Então, eu acho que essa nova geração capitaneada pelo Charles Oliveira, por Jailton Malhadinho, com Bruno ‘Blindado’, Caio Borralho, com Jessica Andrade, e toda essa galera e mais uma geração que vem muito forte, se a gente conseguir criar boas narrativas, humanizar o esporte, e que tenham êxito esportivo, mais o próprio carisma delas em cativar o público, eu acho que é a forma da gente voltar a ‘furar essa bolha’. Eu acho que isso vem acontecendo, principalmente com o Charles. Ele é um exemplo de que essa nova geração também consegue atingir outros patamares”, afirmou André Azevedo.

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