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Voz do UFC no Brasil, André Azevedo conta quais foram suas inspirações na carreira

Atual narrador do UFC em solo nacional, André revelou ao Torcedores.com, como se apaixonou pelas artes marciais e pela comunicação

Por Diego Lucio Castro de Oliveira em 25/06/2023 11:20 - Atualizado há 3 anos

Divulgação/Twitter oficial - André Azevedo

Os fãs de artes marciais no Brasil tem uma série de motivos para acompanhar a modalidade. Desde os eventos recheados de estrelas, incluindo nossos ídolos nacionais, como uma transmissão 100% ‘brazuca’, que nos faz emocionar e nos sentir dentro do octógono do Ultimate. E aqui em solo brasileiro, quem tem a missão de passar essa emoção, é André Azevedo, narrador ex-grupo Globo, e que atualmente é o líder da bancada de transmissão no UFC Fight Pass, plataforma online da empresa.

Em entrevista exclusiva ao Torcedores.com, André nos contou como começou essa paixão pelas artes marciais.

“Eu comecei a gostar de artes marciais, assistindo filme. Eu sou de 1981, então minha geração cresceu assistindo filme do Karatê Kid, do Jean-Claude Van Damme, do Bruce Lee, Chuck Norris. Daí eu já comecei a gostar desde então. E aí meu pai me colocou no karatê aos 9 anos. Mas aí aos 13 anos, em 1994, chegou a primeira fita do UFC. Quando eu e meus amigos assistimos ao Royce(Gracie) apavorando, pegando todo mundo de kimono, ninguém sabia o que cara fazia. A gente descobriu o jiu-jitsu e aí foi uma explosão na cabeça. Dali pra frente, meu amor pelas artes marciais deu uma guinada, porque eu comecei a praticar o jiu-jitsu logo com 13 pra 14 anos, e percebi naquele momento que queria fazer alguma coisa ligada a isso pra minha vida. Uma coisa ligada ao esporte”, disse o narrador.

André Azevedo ainda complementou que até gostaria de ser atleta, mas como ‘não tinha talento’ segundo o mesmo, começou a direcionar sua carreira para a área de comunicação, na qual sempre teve identificação também.

“Aí como eu nunca tive o talento e nem o foco necessário para ser um atleta, eu me dediquei à comunicação. Percebi que eu tinha essa facilidade. Uma vez percebida, eu comecei a dar foco nesse sentido […] E aí eu me pegava narrando os jogos de futebol de botão da ‘mulecada’ até de uma forma inconsciente eu já fazia isso”, finalizou.

Nos próximos dias, o Torcedores.com trará mais da entrevista exclusiva com André Azevedo, a voz do UFC no Brasil.

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