Home Futebol Ana Thaís aponta o que mais evoluiu no futebol feminino durante Copa do Mundo

Ana Thaís aponta o que mais evoluiu no futebol feminino durante Copa do Mundo

Jornalista exalta também o equilíbrio dos jogos: “As forças vão se dissipando”

Paulo Foles
Paulo Foles atua como redator do Torcedores.com desde 2018. Neste período, cobriu grandes eventos esportivos, incluindo a Copa do Mundo e Olimpíadas. Com passagem em "Futebol na Veia", "Esporte News Mundo", "The Playoffs" e outros, tem como foco o futebol brasileiro e internacional, além de experiências com NBA e NFL.

A Copa do Mundo Feminina na Austrália/Nova Zelândia iniciou na última quinta-feira (20) e já apresentou grandes jogos até esse momento. Leonardo Dahi, jornalista da CBN, fez uma analisação sobre o Mundial e concluiu o seguinte:

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“Sem ironia: a melhor posição da Copa do Mundo até agora é a de goleira. Muitas goleiras se destacando nos jogos e sobretudo nas cobranças de pênalti”, disse ele.

Ana Thaís Matos concordou com a afirmação e opinou: “É exatamente isso. Como falo sempre: é a posição que mais evolui”, afirmou a jornalista do Grupo Globo.

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Até agora, algumas seleções consideradas favoritas tiveram dificuldades para vencer com autoridade e as partidas estão equilibradas de forma geral. A Noruega, por exemplo, perdeu para a Nova Zelândia, no que foi o primeiro jogo da competição.

Ana Thaís destacou os problemas encontrados pelas favoritas: “Tem sido mto bom o exercício de acompanhar as estreias desse mundial. É bom demais saber que as forças vão se dissipando”, comentou nas redes sociais.

Estreia do Brasil se aproxima

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A seleção brasileira entra em campo nesta segunda-feira (24), às 8h (de Brasília), contra o Panamá.

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Alline Calandrini, comentarista da Globo, analisou as seleções favoritas ao título e projetou as chances do Brasil na Copa do Mundo.

“Falando de futebol, é uma seleção (a brasileira) que compete de igual pra igual contra as favoritas, que hoje coloco Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França e, talvez, Espanha – em um patamar mais abaixo”, destacou ela, que prosseguiu dizendo:

“Depois, vêm seleções que irão correr por fora, como Brasil, Canadá, Japão, Holanda. Só que não existe uma discrepância nesses patamares. É a Copa do Mundos mais aberta de todas. Vejo que tudo pode acontecer”, concluiu ela.

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