Benja aponta ‘teoria da conspiração’ com Fernando Diniz na seleção brasileira
Apresentador questionou a escolha da CBF por Diniz, mas levantou uma questão importante em relação ao futuro comandante da seleção
Reprodução/Youtube
A CBF anunciou a contratação de Fernando Diniz como novo técnico da seleção brasileira com vínculo de um ano de duração. A escolha da entidade segue repercutindo na imprensa esportiva nacional. O jornalista Benjamin Back, por exemplo, tem uma teoria da conspiração sobre o tema.
Durante uma entrevista com o ex-jogador Marcos Assunção em seu canal no Youtube – Benja me Mucho -, o apresentador explicou sua ideia. Para Benja, Diniz pode ser ‘efetivado’ no comando da seleção se conquistar um bom aproveitamento.
“Todo ex-jogador que vem aqui fala: ‘o Fernando Diniz tem que ser o treinador da seleção’. Todos falam, sem exceção. Eu não acredito que o presidente da CBF está fazendo tudo isso da cabeça dele, acho que tem jogadores de peso que estão por trás assessorando. E não é uma crítica, eu acho que deveria ter mais.”
“Minha teoria da conspiração: eles queriam o Diniz e arrumaram um jeito de colocá-lo lá. Será que se o negócio engrenar com o Diniz, esse papo de Ancelotti some? Eu duvido que o Ancelotti assinou um contrato. E nem pode.”
Presidente da CBF explica escolha por Diniz:
Ao anunciar a contratação de Fernando Diniz, o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, explicou a escolha. O dirigente fez questão de enaltecer o trabalho do comandante do Fluminense. O mandatário também confirmou a chegada de Ancelotti em 2024.
“Tem muitos treinadores bons no Brasil, e Diniz foi por conta de trabalho que entendi que era inovador, a partir do momento em que ele fez trabalho no Audax. Depois, passou por outros clubes tendo a mesma filosofia de jogo, sem ficar mudando. Sempre teve o mesmo método e gostei muito pela renovação que ele fez, das aplicações táticas. Então, é um treinador que realmente a proposta de jogo dele é quase parecida também com a do treinador que assumirá a partir da Copa América, o Ancelotti. Tem quase o mesmo tipo de proposta de jogo”, disse Ednaldo.
“Era um modo diferente de treinar os atletas. Saiu de uma mesmice para situações arrojadas. Tenho certeza que todo esse trabalho e competência que ele tem, vai aplicar na seleção brasileira e será muito bem exibida por todos os atletas”, acrescentou.


