Home Futebol Ex-diretor do Palmeiras é preso em São Paulo por suspeita de tráfico de drogas

Ex-diretor do Palmeiras é preso em São Paulo por suspeita de tráfico de drogas

Ex-dirigente do Verdão foi detido juntamente com outro indivíduo sobre posse de ilícitos; caso se deu no último mês

Cido Vieira
Cido Vieira é um jornalista graduado no Centro Universitário Uninter que trabalha como redator no Torcedores.com desde 2017, com cobertura focada em futebol brasileiro e mídia esportiva. Acumula dentro de sua trajetória na profissão experiência na área radiofônica, sendo setorista de clubes pernambucanos, cobrindo Brasileirão e Copa do Nordeste.

O UOL Esporte revelou nesta terça-feira (18) que o ex-diretor adjunto social do Palmeiras, Marco Cezar Rafa Arichello, e um outro homem foram presos em flagrante no dia 24 de junho, sob suspeita de tráfico de drogas na zona oeste de São Paulo.

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O ex-dirigente do Palmeiras e Washington Teixeira foram detidos sob posse de 34 pacotes que continham diversos comprimidos de ecstasy. A denúncia foi feita de forma anônima para a polícia, que fez a prisão em flagrante na região da Pompeia, na capital paulista. O denunciante afirmava que uma casa aparentemente abandonada era utilizava como ponto para a venda de drogas e armas.

Os policiais então passaram a investir o perímetro, e observaram quatro suspeitos. Dois deles conseguiram se evadir do local no dia da abordagem, enquanto o ex-dirigente do Palmeiras e o outro suspeito foram presos. A dupla era responsável por fazer a comercialização dos ilícitos na região.

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Ainda segundo o documento de auto de prisão, Marco Arichello teria informado aos policiais que comercializa drogas para quitar contas. Ele disse estar desempregado e que recebia uma comissão pelas vendas. O ex-diretor do Palmeiras ainda revelou que fazia a prática há seis meses. Até o fechamento da matéria, a defesa dele não havia se pronunciado oficialmente sobre o ocorrido.

O próprio Marco Arichello foi responsável por levar a equipe de policiais até o fundo da residência, mostrando o isopor com grande quantidade de ecstasy e de uma outra droga sintética. Vizinho dele, Teixeira era cadastrado como motorista de aplicativo, e fazia as entregas sem despertar maior atenção das autoridades.

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