Home Futebol Taunsa tenta se livrar de dívida milionária que tem com o Corinthians

Taunsa tenta se livrar de dívida milionária que tem com o Corinthians

Ex-patrocinadora do Timão seria responsável por pagar salários de Paulinho, mas empresa não fez os depósitos ao time

Por Victor Martins em 17/07/2023 13:51 - Atualizado há 3 anos

Divulgação/Corinthians

O Corinthians pode ver uma antiga questão com um ex-patrocinador voltar ao noticiário. Segundo o GE, o clube segue cobrando a Taunsa para receber valores que lhe seriam devidos pela empresa. e esta decidiu contra-atacar na Justiça para não pagar o dinheiro devido.

O portal aponta que a empresa alega ‘descumprimento de cláusula de confidencialidade’ por parte do Timão num acordo de pagamento de tal dívida, que hoje gira em R$ 25,7 milhões. Segundo a Taunsa, a divulgação de notícias sobre o caso na imprensa seria uma quebra de algo acordado com o clube ao confessar a dívida que mantém com os corintianos, tal confissão feita em outubro passado.

Por conta de tal quebra, a empresa alega que o Corinthians não poderá mais receber o dinheiro devido. Algo que o clube nega, afirmando que as notícias pelas quais a empresa alega dar base para o pedido para não pagar mais o débito não seriam válidas para confirmar a demanda do ex-patrocinador.

“As próprias reportagens que a Taunsa indica trazem informações incorretas e que não condizem com a realidade dos fatos. Há erro, por exemplo, quando mencionam a data da assinatura da confissão da dívida, o valor dela e o prazo de pagamento. Não há qualquer prova ou indício de que o Corinthians tenha fornecido à imprensa qualquer informação sobre os termos e condições da confissão”, disse o presidente corintiano, Duílio Monteiro Alves.

O acordo entre Taunsa e Corinthians foi feito em novembro em 2021, nele estipulando o valor da dívida de patrocínios que não teriam sido pagos aos corintianos. A empresa seria a responsável por pagar os salários de Paulinho, quando do retorno do volante ao Parque São Jorge, mas os valore acordados no contrato de patrocínio não foram pagos pela empresa.

Neste processo, a empresa do ramo agropecuário fez pedido por justiça gratuita, ao alegar que vem passando por dificuldades financeiras que a impedem de custear o processo.

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