Home Futebol Sormani perde a linha com Abel Ferreira e cobra respeito ao Brasil: “Vai pro inferno”

Sormani perde a linha com Abel Ferreira e cobra respeito ao Brasil: “Vai pro inferno”

Jornalista também fez acusação sobre valor arrecadado com livros do treinador

Por Bruno Romão em 07/08/2023 16:26 - Atualizado há 2 anos

Reprodução

Revoltado com Abel Ferreira, Sormani desabafou contra o técnico do Palmeiras na Placar TV. Inicialmente, ele cobrou que o português tenha respeito ao Brasil, já que o futebol nacional alavancou sua carreira. Protestando timidamente após a expulsão de João Martins contra o Fluminense, o técnico manteve uma postura contida por “saber o país onde está”, atitude que foi vista como uma forma de menosprezo.

Por ser europeu, Abel Ferreira, na visão de Sormani, sempre tenta diminuir o Brasil, algo que gerou uma forte cobrança. Sendo assim, o jornalista fez questão de destacar a qualidade do trabalho no Palmeiras, algo que acaba sendo afetado pelo comportamento extracampo.

“Ele deveria ser grato ao nosso país e ao nosso povo! O tempo inteiro ele fala mal do Brasil e dos brasileiros (…) Por se achar europeu, ele fica querendo cag… regra em cima do futebol brasileiro e do nosso país. Um país que não se compara ao Brasil, um futebol que não se compara ao futebol brasileiro. Onde fica Portugal na fila do pão comparado ao futebol brasileiro? O cara chega aqui e quer ficar cag… regra. ‘Eu sei onde estou, sistema…’. Toda hora tem um negócio desse com o Abel. Vai pro inferno, rapaz! Respeita o Brasil e os brasileiros. Trabalhe, você é bom no que faz, mas se perde quando faz esse tipo de coisa que te joga pra baixo. Toma sua linha, rapaz! Todo mundo aqui te respeita“, disparou.

Logo depois, Sormani causou polêmica ao duvidar das vendas dos livros “Cabeça fria, coração quente” e “Volta extra: temporada 2022”. Mesmo que as obras tenham ultrapassado mais de 100 mil exemplares adquiridos, o comunicador não acredita que o montante chegou a R$ 8 milhões.

“É um dinheirão! Oito mil reais… não tem livro que dê oito milhões. Não existe na história da literatura um livro que deu oito milhões. Nem o Machado de Assis tem isso. É mentira, papo furado“, afirmou.

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