O Corinthians conseguiu ver mais uma de suas polêmicas judiciais se encerrarem nos últimos dias. O clube teve o encerramento de uma pendência com uma empresa de limpeza que cobrava valores milionários do clube.
Segundo o Uol Esporte, a Justiça de São Paulo decidiu encerrar o processo movido pela Tejofran de Saneamento e Serviços contra o Timão ao autorizar que cerca de R$ 4 milhões bloqueados da contas corintianas sejam creditados em favor desta por conta de serviços feitos na Neo Química Arena.
A Tejofran foi contratada pelo clube entre os anos de 2017 a 2018 para ser encarregada de diversos serviços dentro do estádio corintiano, como limpeza, segurança, vigilância, coleta de lixo e serviços de bombeiros. O contrato foi encerrado 2018, com a companhia acusando o Corinthians de não pagar pelos que foi contratualmente prestado, sob o custo mensal de R$ 621 aos corintianos.
Em 2018, a empresa foi atrás do Corinthians para cobrar tal dívida. Houve um acordo inicial para que parte desta dívida, que inicialmente era de R$ 5 milhões, fosse paga. Mas o restante dos valores devidos não foram creditados à Tejofran, que decidiu no ano seguinte fazer a cobrança ao Timão pelas vias judiciais.
Em meio, a juíza Leila Hassem da Ponte, da 25ª Vara Cível de São Paulo, decidiu pela penhora de pouco mais de R$ 3,8 milhões dos cofres do Timão para pagar o débito com a empresa. Na última semana, foi ordenado que tal valor fosse levantado definitivamente em favor da credora, encerrando o processo movido por esta.
⚫️⚪️ | O Corinthians teve quase R$ 4 milhões transferidos das suas contas bancárias para a Tejofran de Saneamento e Serviços, que prestou serviços de limpeza, coleta de lixo, segurança, vigilância e bombeiros na Neo Química Arena entre 2017 e 2018. A empresa acionou o clube na… pic.twitter.com/QUG11w4D0B
— SCCP News (@_sccpnews) September 21, 2023
Com isso, o clube se livra de outro problema judicial envolvendo a Neo Química Arena, que é a ‘pivô’ da principal pendência financeira do clube, que tem buscado pagar dívidas com a Caixa Econômica Federal por conta do estádio.

