Reforço de peso para as transmissões de futebol no SBT, Cleber Machado tem estreia definida para o próximo dia 26, na partida entre Corinthians e Fortaleza, na Neo Química Arena, pela partida de ida da semifinal da Sul-Americana. O narrador, porém, não estará presente in loco na casa do Timão.
Segundo informações do jornalista Flávio Ricco, do R7.com, Cleber fará o jogo dos próprios estúdios do SBT, cenário este diferente do que acontece com o locutor na Amazon Prime, onde está presente no local para transmitir a partida.
Ainda de acordo com o colunista, a emissora de Silvio Santos ainda não definiu se fará a decisão no estádio. Hoje, a possibilidade é que sim.
“E, na terça-feira que vem, também ainda não. Cléber Machado, em sua estreia, fará a transmissão de Corinthians e LDU, marcado para a Neo Química Arena, dos próprios estúdios do SBT. Há o desejo de só fazer a final no estádio”, informa Ricco, em coluna publicada nesta sexta (22).
Ao que tudo indica, Cleber Machado fará a partir de agora todos os jogos da Sul-Americana. Enquanto que Téo José, também narrador do SBT, seguirá transmitindo sa partidas da Champions League e Europa League. Aos poucos, o cenário poderá ser mais balançado.
Cleber Machado explica “sim” ao SBT
Nas conversas com SBT, Cleber conta que a ideia de investir cada vez mais numa programação esportiva foi essencial na sua decisão.
“O mais sedutor da proposta, além de tudo que a gente falou, é você perceber que há uma intenção boa de continuar apostando no Esporte na programação. O Esporte passa a fazer parte da programação e isso é muito bom. Pra todos nós. Quanto mais tiver, mais trabalho tem”, disse o locutor ao site Na Telinha.
“Tem a Copa Sul-Americana até 2026, a Liga dos Campeões até o ano que vem, com possibilidade de ter mais um ciclo, claro que isso é legal. Agora, se vai ter mais coisas, mais campeonato, outras modalidades”, acrescenta.
Diferentemente da Record, o qual tinha um contrato pontual para as finais do Campeonato Paulista, agora o narrador tem um vínculo duradouro com o SBT.
“Com a Record, não sei se foi só uma ficada, a Record foi uma sacada boa, que pra mim foi legal naquele momento. Foi legal pra todo mundo. Havia uma perspectiva que a gente fizesse um contrato, que a gente continuasse. Havia expectativa, conversas e tal.”

