Vítor Silva/Botafogo
Uma das marcas da SAF do Botafogo desde sua implantação e a chegada dos investimentos de John Textor é a contratação de jogadores estrangeiros, muitos com o rótulo de ‘promessas’ visando vendas futuras. Mas levas recentes de aquisições de atletas não tem conseguido espaço no time.
Na mais recente janela de transferências, foram quatro contratações as feitas pelo Glorioso de atletas estrangeiros, Mateo Ponte e Bastos (jogadores de defesa) e os atacantes Valentín Adamo e Diego Hernández. Nenhum deles, na visão do GE, teve grandes oportunidades de se firmar com os mais variados treinadores que o time teve na temporada.
Diego Hernández foi aquele a ter as maiores chances de jogar, tendo jogado por cinco vezes na temporada. Em todas, saiu do banco de reservas e teve pouca participação em termos ofensivos no período em que esteve em campo com a camisa botafoguense desde que chegou
O único a ter chances de ser titular foi Bastos. O angolano jogou quatro vezes, duas delas como titular, no Botafogo, e é quem aparecido mais na lista de relacionados do time nas últimas partidas do ano. O jogador passou boa parte do ano se recuperando fisicamente antes de poder estar à disposição.
Mateo Ponte fez apenas duas partidas no Glorioso, ambas como reserva, e também não teve muito tempo para mostrar seu futebol (não atua desde outubro e vem lidando com lesões). E ainda há o caso de Valentín Adamo, que sequer jogou pelo Alvinegro desde que chegou e sequer tem treinado com a equipe principal.
Com o Alvinegro sofrendo uma crise que lhes fez perderem a liderança do Brasileirão Série A nesta reta final, os atletas citados tem pouco justificado o investimento de John Textor e da SAF desde suas chegadas ao time, e o futuro destes poderá ser incerto após a Série A,

