Alex durante papo com Benja em podcast (Reprodução - Benja Me Mucho - YouTube)
Colocado como um jogadores injustiçados que nunca jogaram uma Copa, o ex-meia Alex foi o entrevistado do podcast “Benja Me Mucho” desta semana. No papo com o jornalista Benjamin Back, o hoje treinador lembrou de histórias marcantes da carreira, e foi enfático ao responder que o Palmeiras de 1999 foi o melhor time que atuou.
“Se você olhar os jogadores, o time de 1999 do Palmeiras foi o melhor que eu joguei. Com certeza. Em 1999 eu era um menino, sendo introduzido no meio daquelas feras todas, e no Cruzeiro, eu já tinha vivenciado toda aquela experiência. E a maneira distinta de como os dois treinadores conduziam os times alterava a forma do jogo acontecer”, iniciou Alex.
“Se nós olharmos peça por peça, jogador por jogador, o Palmeiras de 99 é indiscutível. O time do Cruzeiro de 2003 era composto por meninos que depois viraram homens de carreira espetaculares”, complementou o ex-jogador.
Exaltado por Alex, o Palmeiras campeão da Libertadores de 1999 contava com nomes como: Marcos, Sergio, Velloso, Arce, Roque Júnior, Júnior Baiano, Júnior, Galeano, Cesar Sampaio, Zinho, Paulo Nunes, Euller, Oséas, Evair. O técnico era ninguém menos do que Luiz Felipe Scolari. Na finalíssima do torneio continental, o alviverde superou o Deportivo Cali, faturando o primeiro título na competição.
Além do Verdão e Raposa, Alex passou pelo Coritiba em duas oportunidades, com o Coxa sendo o time que revelou para o futebol e onde ele encerrou a carreira, e o Flamengo, onde o meio-campista teve passagem apagada, atuando apenas em 12 jogos. No futebol internacional, o camisa 10 marcou época no Fenerbahce, sendo colocado como um dos maiores ídolos da história do time turco.
Alex elege dois melhores meias do Brasil na atualidade
Já na reta final da entrevista, o ex-jogador foi desafiado por Benja a elencar o melhor camisa 10 do futebol brasileiro, e acabou elencando dois nomes. Entre os jogadores nascidos no país, Alex apontou Alan Patrick, do Internacional, como diferenciado. Já no contexto geral, o técnico citou Giorgian De Arrascaeta como referência na atualidade, descartando Veiga como um camisa 10 nato.

