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Auxiliares-técnicos do Corinthians detalham funções no clube

Profissionais que chegaram junto com o técnico António Oliveira têm grande importância no funcionamento da engrenagem do Timão

Rafael Alaby
Rafael Alaby é jornalista diplomado pela FIAM (Faculdades Integradas Alcântara Machado), com passagens pela Chefia de Reportagem de Esportes, da TV Bandeirantes, em São Paulo e site KiGOL. Pós-graduado em Jornalismo Esportivo e Negócios do Esporte (FMU)
António Oliveira chegou ao Corinthians com quatro auxiliares

António Oliveira e auxiliares comandam treino no Corinthians. (Rodrigo Coca/Ag.Corinthians)

A atual comissão técnica do Corinthians completará na próxima semana um mês de trabalho no clube. Além do técnico António Oliveira, chegaram ao clube os auxiliares Bruno Lazaroni, Bernardo Franco, Diego Favarin e o analista de desempenho Felipe Zilio.

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Com os novos profissionais, o Timão cresceu de rendimento e em cinco jogos, obteve três vitórias, um empate e uma derrota. O próximo desafio está marcado contra o Santo André neste sábado, às 16h, na Neo Química Arena, pela 11ª rodada do Paulistão.

Em entrevista à Corinthians TV, os membros do staff de António Oliveira detalharam suas funções. Confira abaixo:

Bruno Lazaroni, responsável pela observação coletiva e individual da equipe

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“Normalmente eu fico responsável pela análise da nossa equipe, seja em treinamento ou em jogos. A gente parte do seguinte conceito. Planejar, executar o treino ou jogo, o controle disso. Fico responsável pelo controle, o que a gente pode melhorar e evoluir para depois o António definir um novo planejamento, uma nova execução, um novo plano de jogo e um novo plano de treino. É uma engrenagem, cada um tem que fazer a sua parte.”

Bernardo Franco, responsável pela observação dos adversários e desenvolvimento de estratégias de jogo

“A gente antecipa o olhar coletivo individual do nosso próximo adversário e faz sugestões de estratégias para que a gente já possa ir preparando o material, os treinos, para que a gente consiga contrapor as questões táticas. Em cima disso, o António leva para treinamento e a gente em conjunto também auxilia nos detalhes, nos ajustes que têm que ser feitos durante a semana.”

Diego Favarim, responsável pela observação e desenvolvimento de estratégias em situações de bola parada

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“Como o António diz, nós somos todos treinadores na figura de auxiliares-técnicos, dando todo suporte a ele observar e gerir o todo, mas a minha função entre outras, especificamente, é cuidar da nossa bola parada, então, operacionalizar tanto a bola parada ofensiva quanto a defensiva, ultimamente observar bastante individualmente os jogadores, colocá-los em suas determinadas funções dentro daquilo que é a nossa forma de defender e atacar dentro da bola parada, também olhando para nosso adversário subsequente, trabalhando em cima dos espaços que o adversário oferece e a estrutura como a gente vai combater isso tanto ofensivamente como defensivamente.”

Felipe Zilio, analista de desempenho, responsável pela análise e apresentação das imagens da equipe e dos adversários

“Nosso trabalho é em cima da análise dos adversários, sempre tentando unir isso com a análise da própria equipe para que as informações que são passadas para o António sejam sempre qualificadas, para que depois ele tome as melhores decisões em relação à estratégia, à montagem da equipe. Depois disso, é preparado todo o material que é apresentado para os atletas, para que eles possam entender e executar tudo que o António e a comissão técnica vêm pedindo a eles no dia a dia dos treinos e dos jogos”.