Arnaldo Ribeiro abre o jogo sobre novas lideranças no Corinthians
Com as saídas de Cássio e Paulinho, os torcedores se perguntam quem assumirá lugar de destaque no elenco
Comemoração de gol de Pedro Raul durante a partida contra o Nacional (PAR) pela Copa Sul-Americana 2024 (Fabiano Martins/Fotoarena/Sipa EUA - Sipa US/Alamy Live News)
É normal que, dentro de um elenco, os jogadores mais experientes funcionam como uma ponte entre jogadores e diretoria. No Corinthians, o papel foi assumido por vários nomes, em 2023 com Renato Augusto, Giuliano, Gil e Fábio Santos e em 2024 com Cássio e Paulinho. Porém, com as saídas dos veteranos, há questionamentos sobre quem terá esse protagonismo. Para Arnaldo Ribeiro, é preciso que se criem novas referências.
Corinthians procura novos protagonistas
Com a saída de Paulinho, o último atleta das conquistas de 2012, está fora do elenco. Em fase de renovação, o Timão conta com apenas Fagner como veterano, mas o lateral nunca exerceu esse papel. Portanto, existe um questionamento sobre se haverá um novo nome que consiga conduzir as situações internas no restante da temporada.
Em programa G4 da Bandsports, o jornalista esportivo Arnaldo Ribeiro afirmou que a movimentação da diretoria pela contratação de Paulinho já não teria sido adequada. Porém, destaca que, na situação atual, é necessário que o elenco desenvolva novas lideranças e se desapegue dos seus ídolos de 2012.
Na opinião de Arnaldo Ribeiro, a reformulação precisa atingir esse setor e completou: “Essas novas lideranças acho que acabam, quando não tem ninguém, alguém acaba aparecendo. Nós vamos verificar quem vai ser. Começando no próximo sábado (01), o Fagner está machucado, não joga o jogo contra o Botafogo. Vai ser um time praticamente novo em campo, em relação à raiz. Quem vai ser o capitão do time?”.
Entre as conversas dos comentaristas, novamente novas lideranças emergirão e entre os principais cotados para estes papéis estão: Rodrigo Garro, Carlos Miguel e Igor Coronado. Porém, Arnaldo Ribeiro foi enfático ao afirmar que, realisticamente e simbolicamente, o time do Corinthians de 2012 não existe mais e o clube precisa de uma nova fase. Portanto, precisará de “novos ídolos para cultuar”.


