Home Torcedoras Ex-jogadora da seleção brasileira projeta Copa do Mundo Feminina 2027: “Outro patamar”

Ex-jogadora da seleção brasileira projeta Copa do Mundo Feminina 2027: “Outro patamar”

Franzinha conversou sobre a escolha da sede do Mundial Feminino no Brasil e a importância no esporte

Beatriz Ojeda
Ex-atleta, formada em Letras e apaixonada por esportes desde sempre. Trabalho como redatora desde 2018, fazendo cobertura de mídia esportiva, futebol, tênis e esportes americanos. Sou colaboradora do Torcedores por ser o melhor lugar para aliar as duas grandes paixões.
Seleção brasileira feminina

Seleção brasileira feminina na Copa América 2018 (Créditos: Lucas Figueiredo/CBF)

Na última Copa do Mundo Feminina, em 2023, o Brasil já viu um grande apoio dos torcedores à seleção brasileira. Entretanto, a empolgação se viu prejudicada pela eliminação precoce do Brasil de Pia Sundhage. Em nova fase sob o comando de Arthur Dias e em reformulação do plantel, a ex-jogadora Franzinha avaliou a importância do momento e da sede do Mundial ser em terras canairinhas para o esporte.

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Copa do Mundo Feminino de 2027 pode potencializar o futebol feminino

Em conversa no programa Joga Junto do Portal UOL, Franzinha foi convidada para conversar sobre a importância da Copa do Mundo de Feminina em 2027. A decisão da FIFA superou uma candidatura de três países europeus e será o primeiro Mundial da modalidade na Sul-Americana.

Franzinha comentou sobre a importância para o futebol feminino no Brasil após a escolha da sede, afirmando: “Acho que a gente estava merecendo essa oportunidade. Acho que às vezes as pessoas não têm a noção do que é sediar uma Copa do Mundo e por isso, de toda a emoção (…). A expectativa está das melhores possíveis, mas foi uma grande conquista”.

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Porém, para a ex-jogadora há algumas mudanças claras: “O fato de termos dois amistosos no Brasil com ingressos antecipados, com valores acessíveis. (…) O fato de ter a Copa do Mundo aqui é a oportunidade de nós brasileiros elevarmos o patamar do futebol feminino. Mas, para isso acontecer, nós temos que estar todos empenhados, todos alinhados, CBF, clubes, as federações, nós, imprensa de cobrar quem tem que cobrar, divulgar, falar”.

Na opinião da ex-jogadora, para que a Copa do Mundo Feminino 2027 seja um sucesso, é preciso que os torcedores já tenham uma rotina melhor de acompanhar a modalidade. Além da venda de ingressos e de políticas de incentivo, a primeira mudança seria ter estádios abertos, em locais ainda maiores. Finalmente, a possibilidade de marcar partidas dos torneios femininos em horários mais adequados para garantir público.

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