Home Futebol Rivellino não descarta dois rebaixamentos no Brasileirão: “Situação pior”

Rivellino não descarta dois rebaixamentos no Brasileirão: “Situação pior”

Comentarista sinalizou “decisão” que pode impactar em luta contra o Z-4 na tabela do campeonato

Por Bruno Romão em 15/08/2024 10:57 - Atualizado há 2 anos

Rivellino alertou sobre rebaixamento no Brasileirão (Reprodução)

Rivellino avalia que o Corinthians, presente na Sul-Americana e Copa do Brasil, necessita priorizar o Brasileirão. Diante da campanha irregular, o ex-jogador destacou a incapacidade do clube alvinegro em acumular pontos de forma constante. Neste cenário, a ameaça do rebaixamento pode seguir até a última rodada da competição.

“Esse planejamento dando prioridade ao Brasileiro é correto. Mas tem que pontuar. Por enquanto, a dificuldade do Corinthians é não pontuar. Está lá embaixo.”, disse Rivellino, no Cartão Verde, da TV Cultura.

Na sequência, Rivellino enfatizou a “decisão” entre Fluminense x Corinthians. Como o Tricolor das Laranjeiras está abaixo do Timão, Rivellino alertou que o tempo para os dois clubes reagirem está ficando cada vez mais curto.

“O grande problema do Corinthians é pontuar, ele não pontua. Vai ter um jogo muito difícil também. O Fluminense está em uma situação ainda pior que o Corinthians. Se não pontuar, olha… ‘Ah, tem tempo’. Faltam quantas rodadas ainda?”, externou Rivellino.

“Já passou metade do campeonato. O Corinthians tem Fluminense, Fortaleza, Flamengo e Botafogo.”, completou Arnaldo Ribeiro.

Rivellino analisa desempenho do Corinthians na Sul-Americana

Após empatar contra o Red Bull Bragantino, na Neo Química Arena, o Corinthians venceu o Massa Bruta, em Ribeirão Preto. Indicando que existe um peso menor na Sul-Americana, Rivellino sugeriu que a escalação reserva seja utilizada no Brasileirão.

“A prioridade do Corinthians não é a Sul-Americana, é o Campeonato Brasileiro. Com o time que ele jogou totalmente reserva, será que não era bom colocar esse time para jogar o Brasileirão?”

“A preocupação maior é o Brasileiro. Será que o pessoal entra mais leve em campo? Os jogadores ficam mais tranquilos sem uma responsabilidade maior?”, questionou.

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