Meia-atacante foi eleito o craque da partida (Crédito: AP Photo/Altaf Qadri)
O Barcelona confirmou sua superioridade no clássico contra o Real Madrid e conquistou o bicampeonato da Supercopa da Espanha ao vencer por 3 a 2, em duelo disputado na Arábia Saudita. Em uma final repleta de emoção, os catalães dominaram boa parte da partida e foram mais eficientes nos momentos decisivos, garantindo mais um troféu para sua galeria. Foi a 16ª conquista do Barça na competição, o maior vencedor da história.
LEIA MAIS: Clubes da Premier League disputam contratação de zagueiro ex-Flamengo
LEIA MAIS: Corinthians avança para trazer Matheus Pereira de volta ao Parque São Jorge
Raphinha brilha novamente e decide o clássico
Mais uma vez, Raphinha foi o grande protagonista do El Clásico. O atacante brasileiro marcou dois gols e confirmou sua impressionante virada de chave contra o maior rival. Depois de passar em branco nos sete primeiros confrontos diante do Real Madrid, o camisa 11 agora soma sete gols nos últimos cinco clássicos, sendo eleito, portanto, o MVP da final.
Além disso, Lewandowski também deixou sua marca, completando o placar para o Barcelona. Pelo lado madridista, Vinícius Júnior anotou um golaço em jogada individual, enquanto o jovem Gonzalo García aproveitou uma falha defensiva para balançar as redes.
Primeiro tempo intenso e cheio de alternativas
Na etapa inicial, o Barcelona foi amplamente superior. Com 76% de posse de bola e maior volume ofensivo, os catalães criaram as melhores oportunidades. Raphinha abriu o placar após insistência ofensiva, porém, logo em seguida, Vinícius Júnior respondeu com uma jogada espetacular para empatar.
Entretanto, o equilíbrio durou pouco. Aproveitando erro da defesa merengue, Lewandowski recebeu passe preciso de Pedri e recolocou o Barça em vantagem. Ainda assim, nos acréscimos, uma desatenção da zaga catalã permitiu que Gonzalo García igualasse novamente o marcador, deixando o duelo aberto para o segundo tempo.
Mudanças de Flick garantem o gol do título
No segundo tempo, o Real Madrid tentou pressionar, liderado por Vini Jr. No entanto, Hansi Flick ajustou sua equipe, colocando Dani Olmo e Ferrán Torres para dar mais mobilidade ao ataque. A mudança funcionou, pois a dupla participou diretamente da jogada que terminou com o gol decisivo de Raphinha, que contou com um leve desvio para vencer Courtois.
A partir daí, o Barcelona controlou o ritmo, enquanto o Real perdeu força após a saída de Vinícius. Portanto, a vitória catalã foi justa e confirmou o Barça como o grande campeão da Supercopa da Espanha.

