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Diniz admite “frustração total” com mais um tropeço do Vasco

Técnico assume responsabilidade após revés para o Bahia e mantém time na zona de rebaixamento

Douglas Nunes
Formado em Jornalismo e com especialização em jornalismo esportivo, Douglas é jornalista há mais de 10 anos. Trabalhou com assessoria na Escola Zico e no Audax-RJ, além de ter sido repórter do Grupo O Dia. Está no mercado de iGaming desde 2016.
Diniz admite “frustração total” com mais um tropeço do Vasco

Fernando Diniz lamentou a derrota para o Corinthians (Photo: Thiago Ribeiro/AGIF)

Fernando Diniz não tentou suavizar o momento do Vasco após a derrota por 1 a 0 para o Bahia, em São Januário. Vaiado ao fim da partida, o treinador reconheceu a insatisfação da torcida e afirmou que entende os protestos. O resultado manteve o clube na 18ª colocação do Campeonato Brasileiro, com apenas um ponto em três rodadas.

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Na entrevista coletiva, o técnico assumiu a responsabilidade pelo desempenho e afirmou que o ambiente de cobrança faz parte do futebol. Isso porque para ele, o torcedor reage de forma proporcional ao que vê em campo.

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“Torcedor tem que vaiar mesmo”

Logo no início da análise, Diniz comentou as manifestações vindas das arquibancadas. O comandante cruz-maltino tratou a hostilidade como algo natural diante da sequência negativa.

“A hostilidade da torcida é normal. O time não ganha, o torcedor tem que vaiar mesmo, não tem nenhum problema nisso”, declarou.

Com duas derrotas e um empate, o Vasco ainda não venceu na competição. Sendo assim, a equipe soma apenas um ponto e ocupa a zona de rebaixamento. O desempenho aumenta a pressão sobre o elenco e a comissão técnica neste início de campeonato.

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Técnico fala em “frustração total”

Diniz foi além ao descrever o sentimento após o apito final. Ele destacou que o time produziu o suficiente para sair com a vitória, mas voltou a pecar nas finalizações.

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“O sentimento é de frustração total. O torcedor tem que estar bravo e chateado. Tem que ter alguém para xingar, e o treinador é o maior responsável quando a equipe não ganha”, afirmou.

Em seguida, ele reforçou que aceita ser o principal alvo das críticas. “Se tem alguém para vaiar, eu sou o cara e estou aqui para sustentar isso”, completou.

O treinador também citou números da partida para defender que o Vasco criou mais oportunidades. Segundo ele, o Bahia finalizou sete vezes, enquanto o time carioca chutou 20. Além disso, a equipe entrou 51 vezes no último terço do campo, mas não conseguiu transformar volume em gols.

Gol em lance improvisado

O único gol da partida saiu em cobrança de escanteio. Everton Ribeiro levantou a bola na área, e Luciano Juba apareceu livre para marcar. Diniz afirmou que o lance não estava no radar da comissão técnica.

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“O time tem que conseguir converter e não é de hoje. O Bahia não teve nenhuma grande chance. Falhamos na marcação do escanteio, eles fizeram uma jogada ensaiada”, analisou.

Na sequência, ele detalhou a percepção sobre o lance. “Na hora, de maneira meio improvisada, não era uma jogada que estava mapeada pela gente, pelo Bahia. Não fez essa jogada nos últimos dez jogos. Pelo que a gente ficou sabendo, o Everton que combinou na hora. Ele botou a bola e o cara teve a felicidade de fazer o gol”, concluiu.

Com pressão crescente nas arquibancadas e resultados abaixo do esperado, o Vasco tenta reagir nas próximas rodadas para deixar a parte inferior da tabela. Enquanto isso, Diniz assume a responsabilidade e tenta ajustar a equipe para transformar desempenho em pontos.

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