Flamengo recebe oferta do Catar por Carrascal, mas descarta venda
Valor da oferta foi de aproximadamente R$ 106 milhões, mas Rubro-Negro só aceita conversar a partir de R$ 186 milhões
Carrascal está valorizado (Crédito: Ruano Carneiro/Alamy Live News)
O Flamengo voltou a ser procurado por clubes do exterior interessados em Jorge Carrascal. Desta vez, um time do Catar apresentou uma proposta oficial pelo meia colombiano, porém a diretoria rubro-negra não demonstrou interesse em avançar nas conversas. O clube comunicou o agente do jogador que, nos moldes atuais, a oferta está muito abaixo do valor desejado. A informação é do jornalista Mauro Cezar Pereira.
Segundo pessoas ligadas à negociação, a proposta gira em torno de US$ 20 milhões, o que representa aproximadamente R$ 106 milhões na cotação atual. Mesmo sendo uma cifra relevante, o Flamengo considera o montante insuficiente para liberar um dos principais jogadores do elenco.
Além disso, o Rubro-Negro já havia recebido anteriormente uma oferta superior, feita pelo Napoli, da Itália, que chegou aos € 20 milhões (cerca de R$ 126 milhões). Ainda assim, nem mesmo essa investida foi suficiente para convencer a diretoria carioca a abrir negociações.
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Flamengo estabelece valor mínimo por Carrascal
Internamente, o clube trabalha com uma estratégia clara: só sentará à mesa para discutir uma possível venda se os valores atingirem, no mínimo, € 30 milhões. Esse montante equivale hoje a aproximadamente R$ 186 milhões, quantia considerada justa pelo potencial técnico e pelo impacto esportivo do meia.
O entendimento da diretoria é que o colombiano ainda tem margem para valorização, principalmente pelo desempenho que vem apresentando no futebol brasileiro e pelo interesse crescente de equipes europeias e do Oriente Médio.
Investimento alto aumenta exigência rubro-negra
Outro fator que pesa na decisão é o investimento feito pelo Flamengo na contratação do atleta. Carrascal foi adquirido por € 12 milhões, valor que, na cotação atual, corresponde a cerca de R$ 74 milhões. Dessa forma, o clube entende que só deve abrir mão do jogador se houver uma proposta que represente um retorno financeiro realmente expressivo.
Além disso, o meia é visto como uma peça estratégica no planejamento esportivo da temporada. Por isso, mesmo com o assédio do mercado, o Rubro-Negro prefere manter o atleta, a menos que surja uma oferta irrecusável.

