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Itália pode voltar à Copa do Mundo com desistência do Irã

Possível desistência iraniana por tensões políticas abre caminho para mudança emergencial da FIFA

Douglas Nunes
Formado em Jornalismo e com especialização em jornalismo esportivo, Douglas é jornalista há mais de 10 anos. Trabalhou com assessoria na Escola Zico e no Audax-RJ, além de ter sido repórter do Grupo O Dia. Está no mercado de iGaming desde 2016.
Itália pode voltar à Copa do Mundo com desistência do Irã

A expectativa é que a Itália se classifique (Foto: P Photo/Antonio Calanni/Alamy Stock Photo)

A ausência da Seleção Italiana na próxima Copa do Mundo parecia definitiva. No entanto, um cenário inesperado pode recolocar a equipe europeia na disputa. A possível desistência do Seleção Iraniana, em meio a tensões políticas, abriu espaço para discussões dentro da FIFA.

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Embora ainda não exista decisão oficial, o caso ganhou força nos bastidores. Ao mesmo tempo, reacendeu a esperança italiana, que havia sido eliminada na repescagem europeia.

Crise política pode impactar a Copa

De acordo com o The Athletic, a situação envolve o conflito político entre Irã e Estados Unidos. Esse contexto levanta dúvidas sobre a participação iraniana no torneio.

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O ministro dos Esportes iraniano, Ahmad Donyamali, chegou a indicar a possibilidade de ausência. Em paralelo, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que garantir segurança total seria um desafio.

Diante disso, a eventual desistência do Irã passou a ser considerada. Ainda assim, a FIFA mantém, até o momento, a expectativa de que o calendário será cumprido normalmente.

FIFA avalia alternativas em caso de desistência

Caso a vaga fique aberta, a FIFA pode adotar uma solução emergencial. Entre as possibilidades discutidas, está a criação de uma repescagem excepcional envolvendo seleções que não se classificaram.

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Esse modelo incluiria equipes de diferentes continentes. A ideia seria organizar um mini torneio para definir quem herdaria a vaga disponível.

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Mesmo assim, a entidade ainda não confirmou qualquer mudança oficial. Nos bastidores, o discurso segue cauteloso, enquanto o cenário permanece indefinido.

Itália surge como principal candidata

Nesse contexto, a Itália aparece como uma das seleções mais bem posicionadas. O peso histórico e o ranking internacional colocam a equipe em vantagem em uma eventual disputa.

A eliminação recente, após derrota para a Bósnia e Herzegovina nos pênaltis, parecia encerrar qualquer chance. No entanto, o novo cenário reabre possibilidades.

Além da Itália, outras seleções também poderiam participar dessa repescagem. Entre elas, aparecem nomes de Ásia e Europa que ficaram fora da classificação direta.

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Outros candidatos e cenário indefinido

A Seleção dos Emirados Árabes Unidos é uma das equipes mencionadas como possível participante. O time foi eliminado anteriormente, mas ainda possui posição relevante no ranking regional.

Enquanto isso, o Irã segue com estreia programada contra a Seleção da Nova Zelândia. A equipe também teria confrontos contra Bélgica e Egito na fase de grupos.

Por ora, a FIFA reforça que espera manter o planejamento original. Ainda assim, a combinação de fatores políticos e esportivos mantém o tema em aberto, com desdobramentos que podem alterar o cenário do torneio.

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