São Paulo e Grêmio tentam contratação de atacante colombiano do Vasco
Marino Hinestroza não conseguiu se firmar em São Januário e recebeu autorização para buscar um novo clube
Hinestroza pelo Vasco. Foto: Marcello Dias/Eurasia Sport Images
O futuro de Marino Hinestroza no Vasco parece cada vez mais distante. Contratado com expectativa elevada e investimento próximo de R$ 30 milhões, o atacante colombiano não conseguiu se firmar em São Januário e agora deve buscar um novo destino na próxima janela de transferências.
A diretoria cruz-maltina já deu sinal verde para que os representantes do jogador procurem propostas. No entanto, o cenário não é simples. Afinal, a queda de rendimento do atacante dificulta uma venda definitiva nos valores esperados pelo clube.
Diante disso, a possibilidade de uma negociação por empréstimo ganha força nos bastidores.
São Paulo e Grêmio aparecem como interessados
Enquanto o Vasco avalia alternativas para negociar o atleta, São Paulo e Grêmio surgem entre os clubes que acompanham a situação de Marino Hinestroza.
O interesse do Tricolor Paulista não é recente. O atacante já esteve no radar do clube em outras oportunidades e agrada pela versatilidade. Além de atuar pelos lados do campo, ele também pode desempenhar funções mais centralizadas no ataque. O clube tenta mais um reforço após ter fechado com Victor Sá.
Já o Grêmio monitora o mercado em busca de opções ofensivas e vê com atenção a possibilidade de uma oportunidade de negócio.
Por enquanto, não existe proposta oficial. Ainda assim, pessoas próximas ao jogador acreditam que a permanência no futebol brasileiro pode ser o melhor caminho para recuperar espaço e confiança.
Vasco tenta encontrar solução para investimento milionário
Quando contratou Marino Hinestroza, o Vasco acreditava ter encontrado uma das principais apostas para o setor ofensivo. O colombiano chegou cercado de expectativa por causa de sua velocidade, capacidade de drible e potencial de crescimento.
Entretanto, o desempenho ficou abaixo do esperado.
Ao longo de sua passagem pelo clube, o atacante teve dificuldades para conquistar sequência entre os titulares. Além disso, não conseguiu transformar suas características individuais em números expressivos dentro de campo.
Por isso, o clube entende que uma saída pode ser positiva para ambas as partes. O Vasco abre espaço no elenco e reduz custos, enquanto o jogador busca um ambiente mais favorável para retomar o bom futebol.
Polêmica com o São Paulo aumentou rumores
As especulações sobre uma possível transferência para o São Paulo ganharam força em maio, quando Marino Hinestroza protagonizou uma situação que gerou repercussão entre os torcedores vascaínos.
Na ocasião, o atacante curtiu uma publicação do perfil “Transfermarkt Colômbia” que mencionava rumores envolvendo uma possível ida para o clube paulista.
A atitude provocou críticas de parte da torcida e alimentou ainda mais os comentários sobre uma eventual saída de São Januário.
Além disso, nos bastidores, o nome do colombiano chegou a ser citado em possíveis negociações envolvendo o zagueiro Robert Arboleda. Em alguns cenários, o lateral Lucas Piton também apareceu como peça de uma possível operação entre os clubes.
Boca Juniors também tentou contratar o atacante
Antes de acertar com o Vasco, Marino Hinestroza esteve próximo de defender o Boca Juniors.
Naquele momento, o clube carioca conseguiu superar a concorrência e fechou a contratação do colombiano. A expectativa era de que ele se transformasse em uma das principais peças ofensivas da equipe.
Contudo, o cenário acabou sendo diferente. Sem conseguir se firmar, o atacante agora vive um momento decisivo na carreira e deve definir seu futuro nas próximas semanas.
Próximos passos
Com a abertura da janela se aproximando, o Vasco espera receber consultas oficiais pelo jogador. Enquanto isso, São Paulo e Grêmio seguem atentos ao mercado.
Caso a negociação avance por empréstimo, o colombiano pode ganhar uma nova oportunidade para mostrar o potencial que despertou interesse de diversos clubes sul-americanos nos últimos anos. O desfecho da situação deve ocorrer durante a pausa do calendário para a Copa do Mundo de 2026.

