Home Futebol Diretor do Vasco detona arbitragem após vitória: “Erro grotesco”

Diretor do Vasco detona arbitragem após vitória: “Erro grotesco”

Admar Lopes reclama da expulsão de Cauan Barros e de possível pênalti não marcado

Douglas Nunes
Formado em Jornalismo e com especialização em jornalismo esportivo, Douglas é jornalista há mais de 10 anos. Trabalhou com assessoria na Escola Zico e no Audax-RJ, além de ter sido repórter do Grupo O Dia. Está no mercado de iGaming desde 2016.
Diretor do Vasco detona arbitragem após vitória: “Erro grotesco”

Vasco x Vitória. Foto: Brazil Photo Press/Alamy Live News

Mesmo com a vitória por 1 a 0 sobre o Vitória, o Vasco terminou o primeiro jogo das quartas de final da Copa do Brasil revoltado com a arbitragem. Após a partida em São Januário, o diretor de futebol Admar Lopes criticou principalmente a expulsão de Cauan Barros ainda no primeiro tempo.

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Além disso, o dirigente reclamou de um possível pênalti em Spinelli e pediu uma reflexão aos responsáveis pela arbitragem da CBF. Segundo Admar, o Vasco foi prejudicado apesar de ter conseguido construir a vantagem para o confronto de volta.

Admar Lopes chama expulsão de Cauan Barros de “erro grotesco”

A principal reclamação vascaína aconteceu por causa do cartão vermelho recebido por Cauan Barros. No lance, o jogador disputava a bola com Renato Kayzer, era o último homem e acabou tocando com a mão na bola.

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Entretanto, para Admar Lopes, a decisão da arbitragem foi equivocada. O diretor também afirmou que o responsável pelo jogo já acumulava atuações ruins em partidas do clube.

“Este árbitro que nos apitou aqui hoje já tem um histórico de péssimas atuações ao longo da carreira em jogos do Vasco”, iniciou.

Na sequência, Admar subiu o tom ao analisar especificamente a expulsão.

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“Os erros que ele cometeu aqui, principalmente o da expulsão do Cauan, foi um erro grotesco”, disparou.

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Vasco também reclama de possível pênalti em Spinelli

O cartão vermelho, porém, não foi a única decisão contestada pela diretoria. Admar Lopes também reclamou de um lance envolvendo Spinelli dentro da área e afirmou que o Vasco deveria ter recebido um pênalti.

“Há um lance também de uma falta do Spinelli na área, um pênalti a favor do Vasco, mais um erro grotesco”, declarou.

Por isso, o dirigente fez um pedido diretamente aos responsáveis pelas escalas de arbitragem da CBF. Na visão do executivo, o árbitro não deveria trabalhar em partidas decisivas envolvendo o Cruz-Maltino.

“Eu só peço a reflexão por parte dos responsáveis da CBF pela arbitragem que não escalem esse tipo de árbitro nos jogos decisivos e importantes para o Vasco”, completou.

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Diretoria do Vasco protestou ainda no intervalo

A insatisfação não começou somente depois do apito final. Durante o intervalo, Admar Lopes, Felipe e outros integrantes do Vasco foram ao gramado para cobrar a equipe de arbitragem enquanto ela seguia em direção aos vestiários.

Diante da confusão, policiais responsáveis pela escolta dos árbitros precisaram conter os dirigentes. Posteriormente, também houve tumulto na região dos vestiários, com intervenção da Polícia Militar e do Batalhão Especializado em Policiamento em Estádios (BEPE).

Ainda assim, mesmo atuando com dez jogadores durante boa parte do confronto, o Vasco conseguiu superar o Vitória em São Januário.

“O Vasco foi muito prejudicado hoje. Mesmo assim, contra tudo e contra todos, conseguiu fazer um resultado”, resumiu Admar.

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Vasco vence Vitória e leva vantagem para jogo de volta

Apesar de toda a discussão envolvendo a arbitragem, o Vasco abriu vantagem na disputa por uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil. O Cruz-Maltino venceu por 1 a 0 e, portanto, precisa de um empate no confronto de volta para avançar.

Por outro lado, uma vitória do Vitória por um gol de diferença levará a decisão para os pênaltis. Caso o time baiano vença por dois ou mais gols, ficará com a classificação.

Assim, o resultado deixou o Vasco em situação favorável, sobretudo pelas circunstâncias enfrentadas em São Januário. Entretanto, as reclamações de Admar Lopes mostraram que, para a diretoria, nem mesmo a vitória foi suficiente para encerrar a discussão sobre a atuação da arbitragem.

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