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Grêmio sofre transfer ban e tem registro de reforços bloqueado

Punição vale por três janelas e pode ser retirada com o pagamento da dívida

Gabrielle Junqueira
Gabrielle Junqueira possui cerca de sete anos de experiência na área de jornalismo, com ênfase na produção de conteúdo para rádio, televisão e portais de notícias nacionais e internacionais. Formada em Jornalismo com ênfase em Multimídia pelo Centro Universitário UNA no ano de 2020. Atualmente, sua atividade principal reside na análise de partidas e do desempenho de equipes em seus respectivos campeonatos ao redor do mundo. Em sua trajetória profissional, Gabrielle também teve a oportunidade de atuar em meios de comunicação como a Associação Mineira de Rádio e Televisão (AMIRT), atendendo a mais de 400 emissoras do Estado.
Grêmio sofre transfer ban e tem registro de reforços bloqueado

Grêmio é punido pela FIFA. Foto: Maxi Franzoi/AGIF/Alamy Live News

O Grêmio foi punido pela FIFA e está proibido de registrar novos jogadores. O transfer ban foi divulgado nesta sexta-feira (9) e prevê um bloqueio por três janelas de transferências, com possibilidade de encerramento antecipado se o clube quitar a dívida, conforme o GE.

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Vale destacar que a restrição tem alcance diferente da medida preventiva adotada pela agência do fair play financeiro brasileiro em agosto.

O que o transfer ban impede na prática?

O ponto central é o registro. Isto é, a FIFA explica que a sanção impede a inscrição de novos jogadores tanto em transferências nacionais quanto internacionais. Portanto, buscar um reforço em outro clube fica sujeito ao bloqueio.

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Aliás, uma negociação ou um acerto entre clubes não substitui a autorização para registrar o atleta. Sendo assim, enquanto a restrição estiver ativa, concluir a contratação não basta para disponibilizar o novo jogador para atuar dentro de campo.

Grêmio pode voltar a registrar antes das três janelas

O prazo de três janelas não significa que o clube esteja obrigado a cumprir todo esse período mesmo após resolver a pendência. Nas regras do Tribunal do Futebol da FIFA, a proibição por descumprimento de uma decisão financeira permanece até o pagamento, com duração máxima de três períodos completos e consecutivos de registro.

Com isso, a retomada dos registros depende do cumprimento integral da sanção ou de sua retirada pela administração da entidade. No caso do Grêmio, a quitação da dívida é o caminho para o fim do impedimento. Inclusive, em dezembro de 2025, o time pagou cerca de R$ 7 milhões ao Granada, da Espanha, por uma pendência à contratação de Arezo.

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Qual é a diferença para o bloqueio de agosto?

Já em 25 de agosto, o Grêmio recebeu uma restrição da Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf). A medida surgiu após a apresentação de um plano de pagamento de aproximadamente R$ 16 milhões em dívidas à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD).

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Ao apresentar o plano para pagar as dívidas, o Grêmio passou a depender da autorização da agência para registrar novos jogadores. Assim, os gastos mensais com salários de jogadores e comissão técnica não poderiam superar a média dos seis meses anteriores à apresentação do plano de pagamento das dívidas.

Dessa forma, a diferença é que, em agosto, o Grêmio podia registrar jogadores com autorização prévia da Anresf. Agora, o transfer ban da Fifa impede novos registros enquanto estiver em vigor. Cumprir as exigências da agência brasileira, por si só, não libera o clube da punição internacional.

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