Home Futebol Glenda Kozlowski “esquece” o Atlético-MG e aponta favoritos na Libertadores

Glenda Kozlowski “esquece” o Atlético-MG e aponta favoritos na Libertadores

Torcedora do Flamengo, a apresentadora espera celebrar mais um título do clube carioca no torneio

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Em entrevista ao podcast 90+3, da Conmebol, Glenda Kozlowski projetou a disputa pelo título da Libertadores. Apesar do Flamengo ter iniciado a temporada com dois vices, a apresentadora da Band acredita que o Rubro-Negro, ao lado do Palmeiras, se encontra como principal candidato para levantar o troféu. Sendo assim, o grupo ainda contou com a presença do River Plate, que foi derrotado pela equipe carioca na decisão de 2019.

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Enquanto isso, Glenda acabou “esquecendo” o Atlético-MG. Sob comando de Turco Mohamed, o Galo, que conta com o poder de Hulk no ataque, espera superar o trauma da edição passada da Libertadores, em que foi eliminado pelo Palmeiras nas semifinais, e alcançar mais um bicampeonato em sua coleção de taças.

“O Flamengo é sempre um dos favoritos (na Libertadores), né, tem chegada! Os dois times franco favoritos ao título, novamente, são Palmeiras e Flamengo, e talvez o River Plate”, disse.

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EXPERIÊNCIA NA FINAL DA LIBERTADORES

Presente em Montevidéu, Glenda valorizou a experiência de ter acompanhado Palmeiras x Flamengo. Lamentando o erro de Andreas Pereira, que garantiu o título do Verdão, a comunicadora aproveitou para exaltar a festa alviverde no Uruguai, relatando que ficou surpresa com o silêncio dos rubro-negros na decisão da Libertadores.

“Minha experiência em Montevidéu foi maravilhosa. Foi muito gostoso, pena que a gente perdeu em uma infelicidade enorme. Paciência… A torcida do Palmeiras, no dia seguinte ao jogo, teve uma elegância entendendo a dor dos flamenguistas… Eu não presenciei (hostilidade) em nenhum momento. Quando chegava um grupinho do Flamengo, eles abaixavam o tom e não ficavam de onda e nem sacaneando. Em nenhum momento, a torcida do Palmeiras ficou calada enquanto o jogo rolava, nem quando o Flamengo empatou, eles cantaram 50 vezes mais. Era 3 por 1 (a proporção da torcida). A torcida do Flamengo ficou quieta, eu nunca vi isso! Era uma reação geral. Não sei o que houve!”, relatou.

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