O Botafogo ainda tem de lidar com problemas do passado mesmo agora sob a ‘era SAF’. Um deles tem a ver com o estádio Nilton Santos, que por pouco não fechou o ano de 2021 com prejuízo, segundo o informado pelo GE.
No ano de 2021, a operação do estádio fechou com superávit de R$ 7,7 milhões, sendo a primeira vez após anos em que o Nilton Santos deu lucro ao clube e a empresa que faz a gestão da casa, a Companhia Botafogo. Mas tais valores só foram obtidos graças a um acordo para redução de dívidas.
O clube foi um dos que entrou no Programa Especial da Retomada do Setor de Eventos, criado pelo governo federal para a área do entretenimento para conceder ajuda por causa da pandemia do coronavírus. O acordo ajudou clubes a renegociarem dívidas, principalmente os que se tornaram Sociedades Anônimas do Futebol, como o caso botafoguense.
Foram R$ 266 milhões de dívidas descontadas pelo governo do Glorioso pela entrada no programa. As dívidas da Companhia Botafogo, que é quem faz a gestão do Nilton Santos, foram reduzidas para R$ 13,5 milhões, além da dívida total mantida pelo clube com o estádio ir para R$ 26 milhões dos R$ 34 milhões anteriores, segundo o balanço divulgado pela empresa.
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— Botafogo F.R. (@Botafogo) June 18, 2022
O lucro com o Nilton Santos tem sido um dos problemas aos quais o clube tem enfrentado e agora, com a chegada de John Textor, os alvinegros esperam uma resolução. Tanto que o empresário e principal acionista do clube quer também passar para a SAF a gestão do estádio, mas para isto, terá que haver um acordo com a Prefeitura do Rio de Janeiro, que é quem cedeu a arena para a administração do Glorioso.

