Home Futebol Renê Simões avalia trabalho de Luis Castro no Botafogo: “Se fosse brasileiro, não estaria no cargo”

Renê Simões avalia trabalho de Luis Castro no Botafogo: “Se fosse brasileiro, não estaria no cargo”

Renê Simões avalia trabalho do português que chegou em 2022 ao clube carioca

Carlos Lemes Jr
Olá! Sou Carlos Lemes Jr e sou Jornalista formado, desde 2012, e no Torcedores, desde 2015. Matérias exclusivas pelo site publicadas nos portais IG, MSN e UOL. Escrevo sobre: futebol, mídia esportiva, tênis e basquete. Acredito que o esporte seja uma ótima ferramenta de inclusão, pois, sou cadeirante. Então, creio que uma das minhas "missões" aqui no Torcedores seja cobrir esporte paralímpico. Hobbies: ler, escrever e escutar música.

Luis Castro não tem tido vida fácil no Botafogo. Convivendo com os altos e baixos da equipe, o treinador tem seu trabalho questionado.

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Prova disso, é que o ex-treinador do Fogão, Renê Simões avalia o trabalho do profissional de 61 anos.

“Vejo os treinadores portugueses muito rígidos em algumas coisas das não abrem mão. O fato de eles não ‘balançarem a cintura’ faz com que essa adaptação seja um pouco mais difícil. Se (Luís Castro) fosse um treinador brasileiro e a direção fosse brasileira, ele já não estaria aqui há muito tempo”, garantiu René Simões em declarações ao programa Samba que é gol no Youtube.

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Renê sabe do que está falando, afinal dirigiu o Glorioso, em 2014, e naquela temporada levou o alvinegro a final do Campeonato Carioca.

“Não conheço muito o treinador do Botafogo e me parece que não tinha orientado nenhuma equipe. Acho que sempre foi coordenador ou diretor, que são posições completamente diferentes. Além disso, trouxeram muitos jogadores ao mesmo tempo. Isso tudo é muito difícil. Há ainda a cultura brasileira da pessoa ter de se adaptar a isso. É preciso adaptação à cultura do país”, sublinhou na mesma entrevista.

Renê Simões: carreira

Além do Botafogo, Renê dirigiu clubes como Fluminense, Figueirense, Vitória, Ceará, Portuguesa. Seu último trabalho foi no Coritiba como diretor técnico.

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Mas foi no comando de seleções que ele mais se destacou: primeiro, por classificar e comandar a Jamaica na Copa do Mundo de 1998. Essa é, até hoje, a única participação do país caribenho em Copas.

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Outra campanha de destaque foi quando ele levou a seleção brasileira feminina do Brasil a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atenas em 2004.

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