Home Futebol Athirson aponta dupla que seria “fritada” no Flamengo do passado: “Mandariam embora”

Athirson aponta dupla que seria “fritada” no Flamengo do passado: “Mandariam embora”

Ex-lateral conviveu em ambiente conturbado antes do clube carioca conseguir se reerguer financeiramente

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Em entrevista ao Charla Podcast, Athirson recordou seu período no Flamengo. Como o clube atravessou um período complicado entre o final dos anos 90 e início dos anos 2000, ainda que nomes de peso tenham sido contratados. Neste cenário, a diretoria da época não conseguia equilibrar as contas, motivo pelo qual nomes como Denilson, Alex e Gamarra não conseguiram apresentar o melhor rendimento em campo.

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Por conta das dificuldades financeiras, Athirson acredita que Everton Ribeiro e Arrascaeta, caso estivessem no ambiente em questão, seriam “fritados” no clube. Como ambos não apresentaram um futebol mágico no Flamengo logo de cara, o desempenho poderia acarretar em um processo de saída precoce.

“O Flamengo não era tão profissional como é hoje. Quem olha hoje, vê um profissionalismo, entendimento de captação de atletas, de adaptação para o atleta. Se fosse na nossa época, o Everton Ribeiro e o Arrascaeta já teriam sido mandados embora, porque não conseguiram se adaptar nos momentos iniciais, a torcida pegava no pé, a diretoria se desfez de grandes times.“, disse.

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Em 2000, a gente teve Gamarra, Juan, Júlio César, Edilson, Petkovic, Denilson, Alex. Esse time era para ter tempo para se adaptar. Não deu certo, foi mandando embora. Aconteceu comigo quando fui para o Santos, completou.

Mesmo com as dificuldades relatadas, Athirson conseguiu cativar a torcida do Flamengo. Como atuou na lateral-esquerda, o ex-jogador demonstrou estar feliz pelo legado construído por Filipe Luís, que já fez história atuando no mesmo setor.

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(Filipe Luís) é um cara extraordinário. É legal essa história porque assim, eu tive uma fase muito boa e agradeço a Deus por isso. Mas na verdade a gente trabalha para deixar um legado dentro do futebol e a gente não sabe quem vai atingir e como vai atingir. Se a pessoa vai ser jogador ou não… esse legado a gente tem que deixar para o cidadão, para o ser humano”, afirmou.

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