Em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, Leila Pereira falou sobre as chances de Abel Ferreira deixar o Palmeiras para treinar a seleção brasileira. Após o título do Brasileirão, a presidente afirmou que liberaria o técnico, em caso de convite da CBF, já que “seria uma honra para qualquer profissional e até para o clube, servir o país”. Mediante a grande repercussão, a dirigente prestou um esclarecimento sobre o seu discurso.
Apesar de ter ressaltado que a escolha por Abel Ferreira iria refletir o ótimo trabalho no Palmeiras, Leila assegurou que não deseja perder o técnico. Sendo assim, a dirigente deixou claro que não está em seus planos vê-lo fora do clube antes de 2024, período em que o atual vínculo se encerra.
“Eu dei uma entrevista depois que fomos campeões brasileiros aqui no Allianz Parque, e me perguntaram se o Abel fosse convocado (para treinar a seleção brasileira), e saiu em em tudo quanto é manchete que eu liberaria ele. Gente, eu não quero que o Abel saia do Palmeiras. O que eu falei foi o seguinte, que seria uma honra para qualquer treinador ser escolhido para treinar a Seleção, mas isso não quer dizer que eu gostaria que ele fosse o treinador”, disse.
Tradição é tradição, Patrão. É O BANHO DO CAMPEÃO! 🚿😂#TodosSomos11#AvantiPalestra pic.twitter.com/XWWnVFGTqp
— SE Palmeiras (@Palmeiras) November 3, 2022
Prioridade de Abel é seguir no Palmeiras
Priorizando seguir no Palmeiras, Abel Ferreira negou que esteja pensando na oportunidade de substituir Tite. Por conta disso, mesmo que a CBF realize um convite, a tendência é que o português siga à frente do Palmeiras pelos próximos dois anos.
“A única possibilidade que existe é que sou treinador do Palmeiras com muito orgulho. E eu já falei sobre esse assunto, nosso português é o mesmo. Não foi você que me fez essa pergunta, é só voltar atrás. Das vezes que me fizeram essa pergunta, algumas vezes eu respondi, outras eu respondi. Estou muito feliz onde estou, sou muito de coração e de emoção. O futuro, eu costumo dizer, é tudo no tempo de Deus, e tudo no aqui e no agora. Eu não gosto de pensar no futuro, isso cria muita ansiedade. Aqui e agora, assim que vivo a minha vida. E o nosso desafio, agora, é fazer o mesmo, mas melhor. Esse é o nosso mantra”, destacou.

