Parece que uma das grandes polêmicas da Copa do Mundo 2022 chegou ao fim e a FIFA conseguiu a liberação das bandeiras LGBTQIA+ nos estádios.
Segundo o jornal inglês The Indepedent apurou, a manobra só foi possível por parte da Federação, após o governo do Catar ser pressionado por autoridades de outros países pela liberação.
A FIFA mandou uma circular distribuída pelas federações nacionais onde diz que “O comitê de segurança garante que as bandeiras não serão mais confiscadas”. Ainda, segundo a publicação, a medida já vale para as próximas rodadas da fase de grupos.
Mas, apesar do comunicado, algumas federações nacionais estão questionando o órgão máximo do futebol, se é possível fiscalizar as operações das forças de segurança do Catar.
Jornalistas, torcedores e seleções sofrem repressão
três casos de intolerância se destacaram, até agora, quando o assunto é a comunidade LGTBTQIA+: torcedores do País de Gales foram impedidos de entrar com adereços com arco-íris na partida entre galeses e norte-americanos pela abertura do grupo B da Copa.
O jornalista brasileiro Victor Pereira teve uma bandeira de Pernambuco confiscada e pisoteada por pessoas da organização. A bandeira do estado nordestino foi confundida com a da causa homossexual por conta do arco-íris. Após a confusão ser filmada, ela foi devolvida, entretanto, o jornalista foi obrigado a apagar os vídeos do celular dele.
Por último, capitães como Harry Kane da Inglaterra foram impedidos de entrar com a braçadeira “One Love” no campo pela rodada de abertura. Essa última proibição vindo da própria FIFA.

