Home Futebol Kannemann comenta efeito Suárez, elogia Renato Portaluppi e diz: “Com a camisa do Grêmio não se brinca”

Kannemann comenta efeito Suárez, elogia Renato Portaluppi e diz: “Com a camisa do Grêmio não se brinca”

Argentino Walter Kannemann concedeu declarações à imprensa em coletiva nesta quinta-feira no CT do Grêmio

Eduardo Caspary
Eduardo Caspary é jornalista formado pela PUCRS em agosto de 2014, com Especialização Digital feita entre 2016 e 2018 na mesma universidade. Apaixonado por esportes, em especial futebol e tênis. Mora em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Em entrevista coletiva concedida na tarde desta quinta-feira, o zagueiro Walter Kannemann falou sobre a importância da chegada de Suárez, que, logo na estreia pelo Grêmio, marcou três gols e ajudou no título da Recopa Gaúcha, na Arena, diante do São Luiz. O argentino admitiu que o uruguaio traz uma motivação a mais para todos envolvidos no clube:

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“A chegada de um jogador como ele, com a trajetória que tem, motiva todo mundo, motiva o torcedor. E também chegaram novos jogadores que a torcida gostou muito. Está todo mundo com um ar novo e treinando para dar o melhor pro Grêmio”, comentou, antes de elogiar Renato:

“O Renato é o maior ídolo do clube, a presença dele aqui faz que todo mundo fique positivo, traz boas lembranças, além do trabalho que ele faz. Ele dá a ferramenta pros jogadores e deixa muito à vontade. Tudo fica mais fácil”, finalizou o zagueiro.

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Kannemann vibra com Arena do Grêmio cheia

Logo no primeiro jogo da temporada, a torcida do Grêmio mostrou estar junto com o time e botou 49 mil pessoas na Arena, algo que alegrou Kannemann:

“Me deixa muito feliz ver a Arena desse jeito, com quase 50 mil pessoas, não é para qualquer um. Isso mostra o poder, o amor e a paixão da torcida do Grêmio. O jogador se enche de vontade de ir no mesmo caminho. Quem entrar em campo tem que dar mostras de comprometimento. Acho que é por aí”, acrescentou, para depois finalizar:

“Eu sempre opinei que com a camisa do Grêmio não se brinca. Quem entrar dentro do campo tem que se matar”.

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