Home Futebol Landim faz planos para o Flamengo no Mundial de Clubes e aponta diferença sobre 2019

Landim faz planos para o Flamengo no Mundial de Clubes e aponta diferença sobre 2019

Presidente do clube disse que o foco ainda não é o possível duelo com o Real Madrid

Matheus Camargo
Jornalista formado pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), colaborador do Torcedores.com desde 2016. Radialista na Paiquerê 91,7.

O Flamengo estreia no Mundial de Clubes no dia 7 de fevereiro, contra um adversário que sairá do confronto entre Al Hilal,da Arábia Saudita, e Wydad Casablanca, do Marrocos. Segundo o presidente do clube, Rodolfo Landim, a preparação está sendo feita visando essa estreia, que será “difícil para caramba”, conforme o próprio disse em trecho publicado pelo Ge.

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“Os jogadores estão muito focados nesse Mundial. É a maior obsessão que existe dentro de um grupo de futebol. Acho que toda a preparação que o Flamengo está fazendo, inclusive, é pra chegar da melhor forma possível nessa competição. A gente sabe que vai ser difícil para caramba.”

Ele lembrou o duelo de 2019, quando o Flamengo encarou o Al Hilal na semifinal e sofreu para vencer o time saudita. Landim disse que o Fla pode encontrar diversas dificuldades.

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“Vamos ter que encarar ou um clube local, que vai jogar com imprensa, torcida muito vibrante. Ou então a gente vai jogar com outro adversário, que é um grande time também e tem grandes jogadores. Nos deu um trabalho desgraçado da última vez.”

Cabeça no Real Madrid? Ainda não

Questionado sobre um possível confronto com o Real Madrid, Landim preferiu pensar primeiro na semifinal, reforçando o discurso de que é “um passo de cada vez”.

“Primeiro é pensar uma etapa de cada vez, temos uma pedreira desgraçada de saída, e nos preparar pra final, quem quer que seja.”

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O Real Madrid está do outro lado da chave e, se mantiver o suceso europeu nos Mundiais, deve chegar à decisão. Jamais um time da Europa perdeu a semifinal.

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“Todo mundo falando que vai ser o Real Madrid, mas eu acho a gente tem que respeitar também quem foi para lá, porque não chegou lá à toa. Eles também vão ter que enfrentar adversários difíceis.”

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