Home Extracampo Governo britânico cria agência que proíbe clubes de participar da Superliga

Governo britânico cria agência que proíbe clubes de participar da Superliga

Governo britânico cria, também, medidas mais rígidas para novos investidores

Carlos Lemes Jr
Olá! Sou Carlos Lemes Jr e sou Jornalista formado, desde 2012, e no Torcedores, desde 2015. Matérias exclusivas pelo site publicadas nos portais IG, MSN e UOL. Escrevo sobre: futebol, mídia esportiva, tênis e basquete. Acredito que o esporte seja uma ótima ferramenta de inclusão, pois, sou cadeirante. Então, creio que uma das minhas "missões" aqui no Torcedores seja cobrir esporte paralímpico. Hobbies: ler, escrever e escutar música.

Nenhum assunto tem chamado tanto atenção no futebol europeu do que a criação da nova Superliga de clubes. A iniciativa já tem adesão de times como Real Madrid e Juventus.

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Para impedir o esvaziamento da Premier League, o governo britânico anunciou a criação de uma agência reguladora do futebol que, entre outras medidas, proíbe clubes ingleses de participarem de competições fora do âmbito doméstico ou que não estejam “Previamente solidificadas” na Europa.

Segundo o comunicado oficial, o objetivo é “Que os clubes não participem de competições que possam prejudicar o futebol nacional. O esporte é uma das grandes manifestações culturais do Reino Unido com um modelo de sucesso, reconhecido no mundo inteiro”.

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“Desde a sua criação, há 165 anos atrás, o futebol inglês traz orgulho para as comunidades e é uma fonte de união para as pessoas, por todo país”, declarou o Premiê, RIshi Sunak.

Governo britânico quer endurecer as regras para donos de clubes

Além das medidas que vão contra a Superliga, as novas regras querem estabelecer uma maior rigidez para que times da Inglaterra, sejam adquiridos por grupos estrangeiros. Essa medida afeta operações como as que aconteceram no Newcastle, comprado por um fundo do governo da Arábia Saudita.

“As direções dos clubes precisam garantir boas práticas administrativas e declarar se as fontes do dinheiro investido tem origem legal, através de uma planificação financeira robusta”, esclarece o documento.

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Modificações de nomes, escudos, cores e realocação de estádios, também precisarão passar pela anuência dos torcedores.

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“A maioria dos fãs precisará participar de todo processo”, aponta a nova regulamentação.

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