Home Futebol Galvão Bueno relembra sugestão e aprova chegada de Cuca ao Corinthians: “Está muito bem de técnico”

Galvão Bueno relembra sugestão e aprova chegada de Cuca ao Corinthians: “Está muito bem de técnico”

Narrador lembrou que o novo comandante do Timão já foi especulado para assumir cargo na seleção brasileira

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Optando pelo desligamento de Fernando Lázaro da função de técnico, o Corinthians agiu rápido e contratou Cuca. Sem comentar os protestos dos torcedores, Galvão Bueno exaltou a escolha pelo ex-comandante do Atlético-MG. Em seu canal no Youtube, o locutor valorizou o currículo vencedor do profissional, que já esteve cotado para assumir a seleção brasileira em um passado recente.

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Antes do retorno ao Galo, Galvão Bueno defendeu que Cuca fosse o substituto de Tite à frente do Brasil. Porém, como o último trabalho no Atlético-MG não foi satisfatório, o técnico perdeu espaço na disputa pela vaga que ainda se encontra sem dono.

O Corinthians agiu rapidamente. Demitiu, sem demitir porque afastou o técnico do cargo de técnico. Imediatamente, o Cuca já era o técnico do Corinthians. Grande técnico, competentíssimo. Vencedor por onde passou, com títulos importantes, regionais, nacionais e internacionais. O Corinthians está muito bem servido de técnico”, disse.

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Acredito muito no trabalho do Cuca. Se ele tivesse sem aquela volta para o Atlético-MG, teria sido meu favorito para assumir a seleção brasileira depois do trabalho anterior no Atlético-MG. Está muito bem de técnico o Corinthians e com possibilidade de ser aqueles seis postulantes ao título (do Brasileirão) esse ano”, completou.

Protestos no Corinthians

Condenado por estupro na Suíça, Cuca vem sendo alvo de uma série de manifestações após sua contratação. Mesmo com a decisão da Justiça em 1989, o treinador assegurou que não cometeu o crime contra uma menina de 13 anos.

Não houve estupro como falam, como dizem as coisas. Houve uma condenação por ter uma menor adentrado o quarto. Simplesmente isso. Não houve abuso sexual, tentativa de abuso ou coisa assim. (…) Esse episódio de 1987 precisa ser explicado. Eu estava no Grêmio havia duas ou três semanas apenas, não conhecia ninguém. Eu jamais toquei numa mulher indevidamente ou inadequadamente. Sou um cara de cabeça e consciência tranquila“, contou o treinador à jornalista Marilia Ruiz.

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