Home Futebol Daniel Alves deixa aviso sobre acusação de estupro: “Não sou o Robinho”

Daniel Alves deixa aviso sobre acusação de estupro: “Não sou o Robinho”

Lateral deixou claro que não pretende fugir caso seja libertado pela Justiça da Espanha

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Detido desde janeiro, Daniel Alves lamentou que os pedidos de liberdade condicional não tenham sido aceitos. Por conta disso, ele assegurou que não iria optar por uma fuga caso a solicitação fosse aceita, algo que fez Robinho ser mencionado. Condenado por estupro na Itália, o atacante se encontra no Brasil e jamais cumpriu a pena de nove anos.

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Sempre vou mostrar a cara e não fugir. Por isso não entendo porque não tenho liberdade provisória por risco de fuga. Vou sempre com a cabeça bem erguida, não pretendo fugir das minhas responsabilidades”, enfatizou Daniel Alves em entrevista para a jornalista Mayka Navarro, do La Vanguardia.

Não sou o Robinho, sou o Daniel Alves. Saí de casa com 14 anos e desde então busco minha vida e resolvo todos os problemas sozinho. Se eu tivesse a intenção de fugir teria me apresentado na Espanha? Ou teria viajado do México para o Brasil, onde a extradição é quase impossível?”, completou.

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Daniel Alves mantém consciência tranquila

Negando que tenha cometido o crime de violência sexual na boate Sutton, Daniel Alves manteve o discurso que teve uma relação consentida com a jovem de 23 anos. Sendo assim, ele ainda assegurou que não agrediu a vítima, algo que faz parte dos ensinamentos repassados por seus familiares.

“Não houve uma única noite em que eu não dormisse em paz. Nem uma única noite. Estou com a consciência tranquila. Eu nunca machuquei ninguém intencionalmente, e nem ela naquela noite.”

Só ela e eu sabemos o que aconteceu e não aconteceu naquele banheiro, aqueles 20 minutos. Mais ninguém… nunca coloquei a mão nela, quase não toquei nela e o que aconteceu foi consentido e voluntário. Em casa, meus pais me ensinaram alguns princípios e valores que me guiaram em minha vida. E entre esses valores está nunca agir com violência”, destacou o lateral.

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