Home Extracampo Tiago Leifert justifica discurso sobre morte de torcedora do Palmeiras: “Pertencia a uma organizada”

Tiago Leifert justifica discurso sobre morte de torcedora do Palmeiras: “Pertencia a uma organizada”

Ex-apresentador da Globo apontou fato que não pode ser ignorado envolvendo o trágico óbito nos arredores do Allianz Parque

Bruno Romão
Bruno Romão atua como redator do Torcedores.com na cobertura esportiva desde 2016. Com enfoque em futebol brasileiro, futebol internacional e mídia esportiva, acumula experiência em eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Possui diploma de bacharelado em Jornalismo pela Universidade Estadual da Paraíba.

Após se desculpar pela informação veiculada no canal “3 na Área”, Tiago Leifert voltou a falar sobre a morte de Gabriela Anelli. Atingida por uma garrafa em confusão entre torcedores do clube paulista e do Flamengo, a jovem de 23 anos não resistiu ao ferimento e acabou vindo a óbito. Dessa forma, o comunicador fez questão de destacar que o conflito de organizadas é um fato que deve ser levado em conta no momento de analisar o assunto.

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Como Gabriela fazia parte da Mancha Verde, Tiago Leifert apontou que a torcedora do Palmeiras estava no lugar errado e na hora errada. Sendo assim, o histórico de confrontos entre organizadas foi mencionado pelo apresentador, que não quis promover um discurso de generalização.

“Infelizmente, o fato da Gabriela pertencer a uma organizada não pode ser ignorado. Ele é um fato que a gente não pode ignorar desde o começo. Era um conflito entre torcedores, muitos deles utilizando camisas de organizadas. A Gabriela estava no lugar errado e na hora errada porque, infelizmente, ela pertencia a uma organizada, isso é um fato. Não tem como ficar com raiva de mim. Se a gente pegar o histórico dos últimos meses, todos os confrontos são entre torcedores de organizadas. Só tem gente que briga em torcida organizada? Não. Mas muita gente que briga é de torcida organizada, a imensa maioria. Foi só isso que eu falei. Eu falei na live: ‘Eu não sei se ela está na confusão’, é muito raro ver uma menina brigando em confusão, mas ela não estava, na minha opinião, entrando no portão, ela estava perto da confusão e, por isso, a garrafa voou em direção a ela”, disse Tiago Leifert à Jovem Pan.

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Em investigação, Leonardo Felipe Xavier Santiago, suspeito de ter lançado a garrafa que matou Gabriela, foi preso pela Polícia Civil de São Paulo. Como o homem assumiu o risco de assassinar uma pessoa com sua conduta, a prisão preventiva acabou sendo decretada.

Ele arremessou uma garrafa, ele sabia que podia atingir o resultado morte e foi o que aconteceu”, apontou o delegado César Saad.

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