O processo movido por Gustavo Scarpa contra duas empresas (Xland e WLJC) por conta do caso do ‘golpe das criptomoedas’ ainda corre na Justiça com o ex-meia do Palmeiras cobrando de ambas R$ 6,3 milhões por perdas em investimentos feitos pelo jogador. E uma movimentação recente pode agitar novamente o caso.
O Uol Esporte aponta que uma apreensão de um lote de alexandrita que pertencia à Xland foi feita pela Polícia Federal por ordem da Justiça do Acre. Tal lote já havia, em março, sido bloqueado judicialmente para que este pudesse se tornar uma garantia do processo movido pelo jogador contra as empresas e seus sócios, um eles outro ex-palmeirense, Willian Bigode.
O lote estava em posse de uma empresa chamada Sekuro Private Box e a ação de apreensão teria sido vista como ‘surpresa’ pelas partes envolvidas na ação. Como tal ação corre em segredo de justiça, detalhes dos motivos do pedido da apreensão das pedras não foram revelados.
Em manifestações, a defesa de Willian Bigode desejou esclarecimentos sobre a apreensão e as condições do processo em que esta foi colocada para poder se pronunciar.. Já a defesa de Scarpa comemorou a decisão judicial ao Blog do Perrone afirmando que a presença da PF ‘exporia a gravidade ainda maior do problema’. Um dos sócios da Xland, Gabriel Souza Nascimento, alegou não saber sobre a tal apreensão, pelo fato da empresa não ter advogado no momento.
O que se sabe sobre ação de Scarpa contra Bigode em golpe com criptomoedas https://t.co/zTZV4DcQQw
— UOL (@UOL) July 29, 2023
Por enquanto, excetuando a apreensão da alexandrita, não há grandes novidades nos processos movidos por Scarpa e Mayke, que cobram do ex-colega de Palmeiras e hoje no Athletico Paranaense, os valores investidos em criptomoedas e que teriam sido perdidos pelos dois atletas quando tentaram reaver o dinheiro. O atacante, a WJLC (empresa da qual é sócio) e a Xland são os principais alvo das ações dos atletas nestas cobranças.

