Home Futebol Como está o caso Gustavo Scarpa e o golpe das criptomoedas

Como está o caso Gustavo Scarpa e o golpe das criptomoedas

Apreensão de pedras preciosas pode causar novo rumo para o caso envolvendo o ex-jogador do Palmeiras

Victor Martins
De Santo André-SP, formado em Jornalismo pela Unversidade Metodista de São Paulo (classe de 2010-13), trabalhando no Torcedores desde janeiro de 2016 (ou algo neste sentido). Iniciado na profissão desde meados de 2006, ao fazer a cobertura da Copa do Mundo da Alemanha para o site Abolanet. cobrindo jogos e os destaques de algumas seleções durante o evento, e posteriormente trabalhando neste até cerca de 2007. Entre os anos de 2008 e 2015, trabalhei para uma agência de notícias que produziu conteúdo para diversas páginas. Destas, principalmente a da Federação Paulista de Futebol, fazendo serviços de placar ao vivo das mais diversas competições (nacionais e internacionais) e serviços de pós-jogo focados nos clubes de São Paulo Desde 2016 venho trabalhando no Torcedores, onde venho desempenhando uma série de funções dentro do site, como setorista de clubes do futebol brasileiro e de outros esportes (MMA), além de trabalhar em várias partes do organograma da página. Atualmente, exerço trabalho na cobertura de futebol nacional e internacional, com a criação de matérias sobre clubes e jogadores, além de produção de guias de TV (onde assistir aos jogos) das partidas dos mais variados torneios no Brasil e no mundo

O processo movido por Gustavo Scarpa contra duas empresas (Xland e WLJC) por conta do caso do ‘golpe das criptomoedas’ ainda corre na Justiça com o ex-meia do Palmeiras cobrando de ambas R$ 6,3 milhões por perdas em investimentos feitos pelo jogador. E uma movimentação recente pode agitar novamente o caso.

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O Uol Esporte aponta que uma apreensão de um lote de alexandrita que pertencia à Xland foi feita pela Polícia Federal por ordem da Justiça do Acre. Tal lote já havia, em março, sido bloqueado judicialmente para que este pudesse se tornar uma garantia do processo movido pelo jogador contra as empresas e seus sócios, um eles outro ex-palmeirense, Willian Bigode.

O lote estava em posse de uma empresa chamada Sekuro Private Box e a ação de apreensão teria sido vista como ‘surpresa’ pelas partes envolvidas na ação. Como tal ação corre em segredo de justiça, detalhes dos motivos do pedido da apreensão das pedras não foram revelados.

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Em manifestações, a defesa de Willian Bigode desejou esclarecimentos sobre a apreensão e as condições do processo em que esta foi colocada para poder se pronunciar.. Já a defesa de Scarpa comemorou a decisão judicial ao Blog do Perrone afirmando que a presença da PF ‘exporia a gravidade ainda maior do problema’. Um dos sócios da Xland, Gabriel Souza Nascimento, alegou não saber sobre a tal apreensão, pelo fato da empresa não ter advogado no momento.

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Por enquanto, excetuando a apreensão da alexandrita, não há grandes novidades nos processos movidos por Scarpa e Mayke, que cobram do ex-colega de Palmeiras e hoje no Athletico Paranaense, os valores investidos em criptomoedas e que teriam sido perdidos pelos dois atletas quando tentaram reaver o dinheiro. O atacante, a WJLC (empresa da qual é sócio) e a Xland são os principais alvo das ações dos atletas nestas cobranças.

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